Os livros mais vendidos em agosto de 2012



Confira a lista dos livros mais vendidos de agosto de 2012, nas categorias ficção, não-ficção e autoajuda. Destaque para Suzanne Collins, a autora da aclamada série Jogos Vorazes, que aparece na 3ª, 4ª e 5ª posição da lista de Ficção.

Ficção

  1. Cinquenta tons de cinza, de E.L. James
  2. A Dança dos Dragões, de George R. R. Martin
  3. Jogos Vorazes, de Suzanne Collins
  4. Em Chamas, de Suzanne Collins
  5. A Esperança, de Suzanne Collins 

Não Ficção

  1. A Queda, de Diogo Mainardi
  2. Nunca fui Santo, de Marcos Reis e Mauro Beting
  3. Guia politicamente Incorreto da Filosofia, de Luiz Felipe Pondé
  4. One Direction, de Danny White
  5. As Melhores receitas do Que Maravilha!, de Claude Troisgros

Autoajuda e Esoterismo

  1. Agapinho – Ágape para crianças, de Padre Marcelo Rossi
  2. Desperte o Milionário que há em você, de Carlos Wizard Martins
  3. Ápape, de Padre Marcelo Rossi
  4. Casamento blindado, de Renato e Cristiane Cardoso
  5. O Monge e o Executivo, de James Hunter
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Os livros mais lidos pelos jovens


A leitura é um hábito que contribui para o enriquecimento do vocabulário, auxilia no repertório de palavras, propicia conhecimento e dinamiza o processo de interpretação.
Por conta disso, preparamos os livros mais lidos por jovens e adultos.

1º Harry Potter: O bruxinho que fez história na telona, é um dos livros mais lidos pelo mundo. Escrito pela britânica J.K. Rowling, vendeu aproximadamente um bilhão de exemplares. Foram sete livros publicados e oito filmes, sendo o último filme dividido em duas partes. Rowling é a mulher mais rica da história da literatura.
Os livros combinam elementos como: amizade, crescimento, responsabilidades, ambição e escolhas num mundo mágico que apresenta características próprias.
As obras são as seguintes:
- Harry Potter e a Pedra Filosofal
- Harry Potter e a Câmara Secreta
- Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban
- Harry Potter e o Cálice de Fogo
- Harry Potter e a Ordem da Fênix
- Harry Potter e o Enigma do Príncipe
- Harry Potter e as Relíquias da Morte

2º Jogos Vorazes: Um livro que também ganhou a adaptação para o cinema, conta a história da heroína Katniss Everdeen, uma adolescente que luta pela sobrevivência no jogo que intitula o livro e o filme. 
A autora Suzanne Collins trata sobre pobreza, fome, efeitos da guerra e opressão. A saga é acompanhada por mais duas obras:
- Em Chamas
                                 - A Esperança

3º O Sol é para Todos: O livro foi lançado em 1960 e escrito por Harper Lee é uma obra que trata a história de um homem negro, acusado injustamente de violentar uma jovem branca na cidade do Alabama. Aborda questões como tolerância, preconceito e respeito.
O livro não levanta bandeiras, nem determina as personagens de maneira maniqueísta. Permite ao leitor traçar suas próprias escolhas e traz um misto de sentimentos como: comoção, revolta e questionamentos.

4º A Culpa é das Estrelas: Escrito por John Green, conta a história de Hazel, uma paciente de 16 anos que trata de um câncer. A protagonista conhece Augutus Waters no Grupo de Apoio às crianças com câncer. Juntos passam a preencher as páginas de suas vidas. Um livro que aborda com sutileza a luta pela vida e principalmente como o amor pode transpor a dor. O autor procura exprimir esse momento com delicadeza, mas não adota o final felizes para sempre.

5º O Hobbit: Para os fãs de Senhor dos Anéis e do autor J.J. Tolkien, em dezembro (2012) poderemos acompanhar essa adaptação no cinema pelas mãos do diretor Peter Jackson. O livro conta as aventuras de Bilbo Bolseiro (hobbit) junto com Gandalf e os anões. Narra quando ele encontra o “precioso” anel.

6º O Apanhador no Campo de Centeio: O livro prestes a completar 47 anos de publicação foi escrito por J. D. Salinger.
Uma sensível obra que conta sobre o fim de semana de Holden Caulfied, um jovem que estuda em um internato, regressa mais cedo para casa, por não ter atingindo boas notas no colégio. Na volta para casa para enfrentar a família. O protagonista passa a refletir sobre as suas experiências e podemos acompanhar na leitura a sua visão sobre o mundo e condução do seu futuro. Antes de encarar os pais, Holden decide procurar sua antiga namorada, sua irmã e seu professor e com a ajuda deles busca compreender o caos que passa em sua mente.
Tratar sobre o cotidiano demanda muito cuidado, para não cair na mesmice e isso Salinger faz com maestria em sua obra.

7º O Senhor dos Anéis: Pode ser descrita como uma obra brilhante mostra diálogos ricos e personagens envolventes. Narra o conflito entre bem e o mal e a luta de várias raças: Hobbits, Anões, Elfos, Ents e Humanos contra Orcs para evitar que o “anel” caia nas mãos do Senhor da Escuridão (Sauron), tem como protagonista Frodo Bolseiro que tem a missão de destruir o anel e uma personagem que dispensa apresentações “Gollum” que representa a ruptura do bem e do mal, que concilia momentos de lucidez e ambição pelo seu “precioso (anel)”.
O livro é uma riqueza em material histórico e linguístico, divido em três volumes:
- A Sociedade do Anel
- As Duas Torres
- O Retorno do Rei
No cinema foi dirigido por Peter Jackson, que conduziu com genialidade a trama, enalteceu a obra e conquistou 17 Oscars.

8º Fahrenheit 451: Uma obra que também foi adaptada para o cinema foi publicada em 1953 pela autoria de Ray Bradybury que narra um governo totalitário em um futuro incerto que proíbe qualquer tipo de acesso à leitura, sua personagem central é um bombeiro Guy Montag que queima livros.
A trama apresenta reviravoltas e nos condiciona a necessidade do pensamento, da discussão de ideias e principalmente de irmos contra qualquer tipo de manipulação.

9º Quem é você, Alasca?: O autor John Green apresenta nessa obra uma metáfora sobre a adolescência, um período de significativas mudanças, traz a personificação do talvez e todas as inquietudes que acompanham essa fase. O protagonista Miles Halter, é um jovem que tem verdadeira fixação pelas últimas palavras ditas por personagens célebres e vai à procura do que foi dito pelo poeta François Rabelais nos seus suspiros finais:
“Saio em busca de um grande talvez”. A história apresenta características como: inseguranças, mudanças, amor e o conflito da travessia da adolescência para a fase adulta.

10º A Menina que Roubava Livros: Uma obra que narra a trajetória de Liesel Meminger que é perseguida pela Morte por roubar livros. O autor Markus Zusak trabalha com recursos próprios de linguagem, faz da Morte uma simpática narradora. Um inusitado romance histórico que nos faz refletir sobre o amor a literatura.

11º O Menino do Pijama Listrado: John Boyne traz nesse livro uma amizade construída em tempos de guerra. Bruno é filho de um oficial alemão nazista da alta hierarquia, que conhece Samuel uma criança judia. Ambos têm a mesma idade, e mesmos separados por uma cerca descobrem uma grande afinidade. Uma obra que também ganhou sua versão cinematográfica.
Comovente traduz todas as reviravoltas de uma guerra e apresenta um final surpreendente!

12º Caçador de Pipas: Um livro que é considerado um dos maiores sucessos da literatura mundial, trata sobre a amizade de Amir e Hassan que vivenciam diferentes realidades no Afeganistão em 1970 e se encontram em um campeonato de pipas. A compreensão de valores, o reencontro com o passado e o peso das escolhas, é tratada de forma sutil nessa obra que também esteve nas telonas.
Essa obra já vendeu mais de 2 milhões de exemplares só nos Estados Unidos, seu autor Khaled Hosseini propõe ao leitor o seguinte questionamento: Quantos de nós temos o direito a uma segunda chance?

13º 1984: Esse romance de George Orwell é uma inspiração dos regimes totalitários das décadas de 30 e 40 e fala sobre como o indivíduo pode se tornar uma importante ferramenta do Estado. Uma outra curiosidade sobre o livro é o seu título, escrito em 1948, mas por influência dos editores o título foi alterado para 1984, uma inversão da data.
Uma clara denúncia das mazelas do autoritarismo, a fragilidade da sociedade e o que representa o poder. Com personagens ambíguas, o leitor vai mergulhar em uma profunda reflexão sobre a importância do pensamento, das escolhas e liberdade.

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Fonte: Like marketing
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Sala de turmas de alfabetização deverão ter minibiblioteca em sala de aula


A partir de 2013, todas as salas de turmas de alfabetização de escolas brasileiras deverão ter uma minibiblioteca com cerca de 25 livros de literatura para estimular o hábito da leitura desde o início da trajetória escolar. Essa estratégia está contida no Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, programa que será lançado pelo Ministério da Educação (MEC), cujo objetivo é garantir que todas as crianças estejam alfabetizadas até os 8 anos ao concluírem o 3.º ano do ensino fundamental. Serão 10 milhões de livros para as 400 mil classes de alfabetização que existem no País.

Os detalhes do programa foram apresentados pelo secretário de Educação Básica do MEC, César Callegari, a representantes de Mnistérios da Educação dos países ibero-americanos, reunidos em Salamanca (Espanha) para o Congresso das Línguas na Educação e na Cultura.

De acordo com o secretário, apesar de o programa ainda não ter sido lançado oficialmente, 5.100 municípios (de um total de 5.564 cidades, segundo dados do IBGE) e todos os Estados já aderiram ao pacto que, além da distribuição de materiais didáticos, prevê a formação de professores alfabetizadores com distribuição de bolsas de estudos e avaliações periódicas para medir o nível de alfabetização dos alunos ao fim do 3.º ano do ensino fundamental.

A primeira edição da prova que irá medir o nível de alfabetização dos estudantes do 3.º ano do ensino fundamental está prevista para ser realizado em novembro de 2014. Será a primeira vez que uma avaliação oficial vai apurar essa informação.

No ano passado, o Movimento Todos pela Educação aplicou um exame amostral para aferir a alfabetização de alunos da mesma faixa etária. Os resultados da Prova ABC apontaram que mais de 40% dos alunos que concluíram os três primeiros anos do ensino fundamental não tinham a capacidade de leitura esperada para essa etapa.

“Não basta ter uma bandeira bonita. É fundamental que os entes federativos possam prestar contas em relação a esse compromisso que assumiram. É uma avaliação muito mais daqueles que se comprometem do que das crianças”, disse Callegari.

O investimento anual total do pacto será R$ 1,3 bilhões. A capacitação dos professores alfabetizadores, que será feita por 36 universidades públicas, está programada para começar em fevereiro de 2013. O custo com a compra e distribuição de materiais didáticos - incluindo os livros de literatura que ficarão nas salas de aula - será R$ 340 milhões.

Os representantes dos Ministérios da Educação presentes ao encontro apontaram que a alfabetização é um gargalo para todos os sistemas de ensino dos países que participam do evento. Com apoio da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), o grupo planeja organizar um novo encontro exclusivamente para debater o tema e a experiência brasileira poderá servir de inspiração.

Fonte: Terra.
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Roda Viva recebe Robert Darnton, presidente da biblioteca de Harvard

O Roda Viva desta segunda-feira (24/9) entrevista o escritor, historiador e presidente da biblioteca de Harvard, Robert Darnton. .

No centro do Roda Viva, Darnton deve falar, entre outros assuntos, sobre o futuro do livro na era digital e o das bibliotecas.

Apresentado pelo jornalista Mario Sergio Conti, o Roda Viva traz para a bancada de entrevistadores Beatriz Kushnir (doutora em História pela Unicamp e diretora do arquivo geral da cidade do Rio de Janeiro); Paulo Werneck (editor do caderno Ilustríssima, do jornal Folha de S. Paulo), Lilia Schwarcz (historiadora e antropóloga, professora titular de Antropologia da USP); e Cassiano Elek Machado (jornalista e editor).

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Conheça os dez finalistas de todas as categorias que concorrem ao 54º Prêmio Jabuti

A Câmara Brasileira do Livro (CBL) definiu, nesta quinta-feira (20), os dez finalistas de todas as categorias que concorrem ao 54º Prêmio Jabuti. O prêmio é o mais importante e prestigiado da literária brasileira.

Dalton Trevisan
Lygia Fagundes Telles
Rubem Fonseca
Entre os indicados deste ano, estão escritores consagrados como Dalton Trevisan,  Rubem Fonseca e Lygia Fagundes Telles, os três indicados na categoria Contos e crônicas. Autor do vencedor da categoria no ano passado, com "Desgracida" , Trevisan neste ano concorre com "O Anão e a Ninfeta".

O escritor de livros infantis Ziraldo, que ganhou um Jabuti por "O Menino Maluquinho", também está na disputa. Ele concorre com o livro "O Capetinha do Espaço Ou o Menino de Mercúrio", quarto da série "Os Meninos do Espaço", com personagens inspirados nos planetas do sistema solar.

O jornalista Fernando Morais, autor de "Chatô, O Rei Do Brasil", foi indicado na categoria reportagem por seu "Os Últimos Soldados da Guerra Fria", que faz um retrato dos espiões de Cuba infiltrados nos Estados Unidos. Disputa com ele a também jornalista Miriam Leitão, por "Saga Brasileira: a Longa Luta de Um Povo Por Sua Moeda".

O anúncio dos ganhadores do Prêmio Jabuti 2012 está previsto para 18 de outubro. Concorrem ao prêmio obras inéditas, editadas no Brasil entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2011. Este ano foram 2.203 inscritos.

Na última edição, Ferreira Gullar e Laurentino Gomes foram os grandes vencedores do Prêmio com os livros "Em Alguma Parte Alguma" e "1822", respectivamente. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 28 de outubro. Os vencedores do Livro do Ano, ficção e não ficção, ganharão um prêmio de R$ 35 mil reais cada.

Veja os principais indicados:

Romance
"Mano, A Noite Está Velha" – Wilson Bueno
"Infâmia" – Ana Maria Machado
"Procura do Romance" – Julián Fuks
"O Passeador" – Luciana Hidalgo
"Habitante Irreal" – Paulo Scott
"Nihonjin" – Oscar Nakasato
"Naqueles Morros, Depois da Chuva" – Edival Lourenço
"Tapete de Silêncio" – Menalton Braff
"O Estranho No Corredor" – Chico Lopes
"Herança de Maria" – Domingos Pelegrini

Contos e crônicas
"Livro de Praga" - Sérgio Sant'anna
"Vento Sul - Ficções" - Vilma Arêas
"O Anão e a Ninfeta" - Dalton Trevisan
"O Destino das Metáforas" - Sidney Rocha
"Nós Passaremos em Branco" - Luis Henrique Pellanda
"Axilas e Outras Histórias Indecorosas" - Rubem Fonseca
"Enquanto Água" - Altair Martins
"Onde Terminam os Dias" - Francisco de Morais Mendes
"Contos de Mentira" - Luisa Geisler
"Passaporte Para a China - Crônicas de Viagem" - Lygia Fagundes Telles

Biografia
"Fernando Pessoa: Uma Quase Autobiografia" - José Paulo Cavalcanti Filho
"Eu Vi o Mundo" - Gabriela Castro
"João Goulart: Uma Biografia" - Jorge Ferreira
"Claudio Manuel da Costa" - Laura de Mello e Souza
"Antonio Vieira" - Ronaldo Vanfas
"Solo" - Cesar Camargo Mariano
"Justa - Aracy de Carvalho e o Resgate de Judeus: Trocando a Alemanha Nazista no Brasil" - Monica Raisa Schpun
"A Bossa do Lobo: Ronaldo Boscoli" - João Baptista da Costa Aguiar
"Ângelo Agostini: a Imprensa Ilustrada da Corte à Capital Federal, 1864-1910" - Gilberto Maringoni
"Roland Barthes - Uma Biografia Intelectual" - leda Tenório da Motta

Poesia
"Alumbramentos" – Maria Lúcia Dal Farra
"Vesúvio" – Zulmira Ribeiro Tavares
"A Viagem" – Valmir Hayala
"Roça Barroca" – Juvely Vianna Baptista
"Curare" – Ricardo Corona
"Junco" – Nuno Ramos
"A Fera Incompletude" – Fabrício Marques
"Trans" – Age de Carvalho
"Laetitia, SP" – Gabriel Pedrosa
"Sísifo desce a montanha" – Affonso Romana de sant’anna

Reportagem
"Os Últimos Soldados da Guerra Fria" – Fernando Morais
"Saga Brasileira: a Longa Luta de Um Povo Por Sua Moeda" – Miriam Leitão
"Cofre do Dr. Rui" – Tom Cardoso
"Perda Total" – Ivan Sant’anna
"O Espetáculo Mais Triste da Terra" – "Mauro Ventura"
"O Rio: Uma Viagem Pelo Amazonas" – Leonencio Nossa
"Guerras e Tormentas – Diário de Um Correspondente Internacional" – Rodrigo Lopes
"Um Escritor No Fim do Mundo: Viagem Com Bichel Houellebecq à Patagônia" – Jurenir Machado da Silva
"A Privataria Tucana" – Amauri Ribeiro Jr.
"Entretanto, Foi Assim Que Aconteceu: Quando a Notícia É Só o Começo de Uma Boa História" – Christian Carvalho Cruz

Infantil
"Mil e Uma Estrelas" – Marilda Castanha
"Alice no Telhado" – Nelson Cruz
"O Capetinha do Espaço Ou o Menino de Mercúrio" – Ziraldo Alves Pinto
"Pastinha - O Menino Que Virou Mestre de Capoeira" – José de Jesus Barreto
"Votupira – O Vento Doido da Esquina" – Fabrício Carpinejar
"O Elefante Escravo do Coelho" – Sonia Junqueira
"Carmela Vai À Escola" - Elisabeth Teixeira
"O Menino Que Perguntava" – Ignácio de Loyola Brandão
"Contradança" – Roger Mello
"Onde eles estão?" – Fernando Vilela
"Mundo pra que te quero" - Salizete Freire

Juvenil
"A Mocinha do Mercado Central" – Stella Maris Rezende
"Nem Eu Nem Outro" – Suzana Montoro
"As Memórias de Eugênio" – Marcos Bagno
"Ponte Ponteio" – Rui de Oliveira
"Sombras No Asfalto" – Luis Gill
"Estação Brasil" – Domingos Pellegrini
"A Filha Das Sombras" – Caio Riper
"A Guardiã dos Segredos de Família" - Stella Maris Rezende
"Um Quilombo no Leblon" – Luciana Sandroni
"Anjo de Rua" - Manoel Constantino
"Eu, Sumé" – Marco Moretti
"A Menina Que Não Queria Ser Top Model" - Lia Zatz

Comunicação
"O Império dos Livros" - Marisa Midori Deaecto
"Linha do Tempo do Design Gráfico no Brasil" - Chico Homem de Melo e Elaine Ramos Coimbra
"Repressão e Resistência: Censura a Livros na Ditadura Militar" - Sandra Reimão
"70 Anos de Radiojornalismo no Brasil - 1941-2011" - Sonia Virginia Moreira
"Olho de Vidro: A Televisão e o Estado de Exceção da Imagem" - Márcia Tiburi
"As Capas Desta História" - Ricardo Carvalho, Vladimir Sacchetta e Jose Luiz Del Roio
"Revistas de Invenção - 100 Revistas de Cultura do Modernismo ao Século xx1" - Sergio Cohn (organizador)
"Lanterna Mágica: Infância e Cinema Infantil" - João Batista Melo
"O Negro nos Espaços Publicitários Brasileiros" - Leandro Leonardo Batista e Francisco Leite ( organizadores)
"Música e Propaganda" - Paulo Cesar Alved Goulart

Fonte: Uol.
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Por que a loja de livros usados se chama sebo?


“Caro Sérgio, qual a origem da palavra sebo para designar loja de livros usados? Vi em uma reportagem sobre o tema que a palavra teria as seguintes prováveis origens: 1. Antes do advento da iluminação elétrica a leitura era auxiliada pelo uso de velas de onde escorria o sebo para os livros, tornando-os ensebados; 2. Derivaria das sílabas iniciais de ‘SEcond hand BOok’, termo, em inglês, para designar livro de segunda mão. Em rápida consulta na internet li, ainda, mais uma provável origem para o termo: teria relação com o fato de o livro ser manuseado constantemente, o que deixa os volumes engordurados, ‘ensebados’.” (Bruno Corrêa)

A menos que algum estudioso desencave um documento de época que nunca veio à luz, a consulta de Bruno não tem uma resposta definitiva, do tipo que se possa escrever na pedra. Sebo como sinônimo de alfarrábio, ou seja, loja de livros usados, é um brasileirismo que surgiu informalmente, a princípio como gíria, e sobre sua origem tudo o que há são especulações. Isso não nos impede de, por eliminação, chegar a uma resposta provavelmente correta, como veremos adiante.

Primeiro, vamos às eliminações.

A tese do SEcond-hand BOok me parece mais falsa do que promessa de candidato a vereador. Talvez fosse defensável se houvesse em inglês, mesmo que apenas num vilarejo esquecido do País de Gales, a palavra sebo com o mesmo sentido, mas não há. Seria necessário imaginar a existência em algum ponto da história de um estabelecimento comercial brasileiro, anglófono e com peso cultural suficiente para dar origem a uma acepção popular – e do qual, apesar dessa popularidade, não restasse registro algum. Na seara da etimologia fantasiosa, que agrada a tanta gente, prefiro a tese que deriva sebo das iniciais S.E.B.O., isto é, Suprimentos Econômicos para Bibliófilos Obsessivos. Soa melhor, não soa? O único problema é que acabo de inventá-la.

A história da velha vela de sebo que escorre sobre as páginas não chega a ser exatamente delirante, mas também reluto em comprá-la – mesmo a preço de sebo. O maior problema aqui é cronológico: tudo indica que a acepção livreira de sebo entrou em circulação em meados do século 20, quando a leitura à luz de velas já era história antiga.

Há quem cite ainda, para acrescentar à confusão uma tese não mencionada por Bruno, o caminho erudito que o etimologista brasileiro Silveira Bueno encontrou para explicar o sentido da palavra “sebenta”, que em Portugal é sinônimo de apostila, caderno de apontamentos das lições dadas em sala de aula. O estudioso foi buscar a origem do termo no português arcaico “assabentar”, isto é, instruir, o que é interessante. Mas Silveira Bueno em momento algum sugere que se recorra à etimologia de “sebenta” para explicar sebo. Além do fato de a primeira palavra ser portuguesa e a segunda, brasileira, apostilas usadas nunca foram itens característicos de tal tipo de comércio.

Resta de pé, assim, a hipótese mais simples: a de que essa acepção de sebo (do latim sebum, “gordura”) tenha surgido como metonímia brincalhona a partir da ideia irrefutável de que livros muito manuseados ficam ensebados, sujos, engordurados. Com poucas exceções, a simplicidade costuma ser um bom norte para quem navega no mar alto da etimologia. Essa tese eu compro sem susto – pelo menos até alguém descobrir num sebo um volume sebento no qual fique provado que S.E.B.O. não era uma ideia tão maluca, afinal.

Fonte: Veja.
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Volta ao mundo em (+ de) 80 livros

Quem lê viaja! Escolha seu destino, leia o livro e viaje por meio da literatura! Acesse o site Educar para crescer e aproveite uma volta ao mundo por meio da literatura.

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Biblioteca fica ao alcance de um clique


Se você nasceu antes da década de 90, suas pesquisas escolares não devem ter fugido muito desta rotina: o professor anunciava o tema - podia ser mitocôndrias, guerras púnicas ou triângulos equiláteros, não importava muito - e imediatamente tinha início uma corrida à biblioteca da escola. Se você não era o felizardo a chegar primeiro - e você nunca era -, o caminho era buscar as bibliotecas públicas. Era preciso procurar o título nas fichinhas em papel datilografadas, pedir o livro ao bibliotecário, torcer para a obra estar disponível e em bom estado, para só então começar a pesquisar para valer. Aí era encarar a fila para tirar "xerox" da parte que mais importava, ou copiar os trechos à mão.

A internet mudou tudo isso. Hoje, com um clique e sem sair de casa, é possível ter acesso a informações que antes levava dias para obter. A oferta de livros eletrônicos para computadores, tablets e smartphones cresce rapidamente, e na internet não faltam links para arquivos gratuitos de títulos de domínio público, que podem ser copiados ou impressos livremente. O que não mudou é o desejo humano de guardar todo o conhecimento disponível - ou, pelo menos, o que for possível disso - em um único lugar: a biblioteca.

A Unesco, braço de educação e cultura das Nações Unidas, uniu-se à Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos para criar a Biblioteca Digital Mundial. A proposta é criar uma espécie de biblioteca das bibliotecas, juntando os acervos digitais das principais coleções ao redor do mundo.

A iniciativa é apenas uma das muitas em andamento. A Open Library, de origem americana, já tem 20 milhões de itens digitalizados, entre livros, textos etc. Outra fonte conhecida é o Projeto Gutenberg, cujo nome homenageia o criador da imprensa. A iniciativa reúne 40 mil livros em formato eletrônico em diversos idiomas.

No Brasil, a Biblioteca Nacional começou a digitalizar seu acervo em 2001. Hoje estão disponíveis em formato eletrônico 6 milhões de páginas. O projeto mais recente da Biblioteca Nacional é a Hemeroteca Digital, que reúne jornais, revistas e periódicos desde 1808, quando a imprensa foi criada no Brasil, até 2010.

O apelo crescente do texto digital, que pode ser visto em qualquer tela, coloca em dúvida qual será o papel da biblioteca tradicional no futuro. O receio é que elas sejam abandonadas em troca da conveniência das versões digitais.

Há, no entanto, visões mais otimistas desse fenômeno, pelas quais as coleções digitais são consideradas uma extensão e não um substituto dos acervos físicos. "A biblioteca tradicional ganha visibilidade com a digitalização", diz Angela Bittencourt, coordenadora da Biblioteca Nacional Digital. "Uma pessoa que mora longe pode acessar o acervo a qualquer momento."

Há um antagonismo característico no conceito de biblioteca, que tem de cumprir a função de preservar uma obra e, ao mesmo tempo, colocá-la nas mãos dos leitores. O dilema é que quanto mais a obra é manuseada, mais difícil fica conservá-la, diz Angela. A digitalização ajuda a resolver esse problema ao manter a integridade da obra física - em especial livros raros - sem restringir o acesso do público.

Como toda técnica, no entanto, a digitalização também tem limites. Os direitos autorais são um dos principais fatores que restringem o processo. As bibliotecas podem até digitalizar seus acervos integralmente, mas só podem dar acesso eletrônico aos livros de domínio público ou obras das quais tenham obtido permissão prévia dos autores.

A questão dos direitos autorais levantou uma onda de críticas ao Google, anos atrás, quando a empresa iniciou uma campanha maciça para obter a aprovação de autores ao redor do mundo para digitalizar seus livros. O receio era que a companhia passasse a exercer uma importância exagerada no universo literário.

Uma alternativa para evitar esse tipo de problema, usada atualmente pelo Google Books Library Project, é dar acesso parcial a obras protegidas por direitos autorais.

A digitalização ajudou a reavivar até a Biblioteca de Alexandria, a mais célebre coleção de livros da história. Não se tem certeza de quando a biblioteca foi destruída, mas uma das teses é que navios incendiados da frota de Júlio Cesar atingiram o prédio acidentalmente. A onrainha Cleópatra, que teria chorado ao ver a coleção em chamas, provavelmente aprovaria a nova versão digital, menos vulnerável a incêndios.
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Biblioteca na Padaria Pote de Mel

Vale a pena conferir o vídeo! Por iniciativa de um jornalista - Alessandro Martins - uma padaria de grande circulação de Curitiba passou a oferecer um pequeno acervo (de propriedade do próprio Alessandro) de livros para seus clientes. 

A Panificadora Pote de Mel abriga – sobre e dentro de duas geladeiras desativadas – livros que podem ser tomados emprestados por qualquer um, a qualquer momento.

Para o autor da ideia, não é importante que as pessoas tenham um prazo de devolução ou que haja controles, mas sim que os livros circulem. 

Ele formula duas regras para quem quer montar uma biblioteca como a da panificadora Pote de Mel: 
             (i) ao instalar o acervo em um local de grande circulação, você passa a colocar o livro na presença das pessoas, mesmo que inconscientemente elas não peguem nada para ler, gradualmente elas vão se habituando à presença deles;
             (ii) deixar que as pessoas peguem e levem os livros sem necessidade de qualquer tipo de permissão - o objetivo não é o acervo, mas a circulação dos livros.

Panificadora próxima ao Hospital de Clínicas criou pequeno espaço para a leitura. Não há regras, a não ser deixar que os livros encontrem um leitor. O lema da Pote é: “Um livro fechado está adormecido. Se um livro acorda, uma pessoa acorda.”

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10 maneiras simples de concluir as suas leituras


Ninguém é capaz de discutir a importância dos livros para a formação das pessoas. Sejam eles acadêmicos ou de ficção, o conhecimento adquirido por meio dessas histórias e explicações pode mudar de diversas maneiras a vida de uma pessoa.

O problema é que muitas pessoas passam grande parte do seu tempo afirmando que deveriam ler mais livros e, no entanto, não conseguem organizar seu tempo para concluir a tarefa.

Uma vez que você tomou conhecimento sobre os benefícios que um livro pode trazer para o seu processo de aprendizagem e pretende dar início a uma imensa lista de leitura, mas não sabe como concluir esse processo, confira 10 maneiras simples de resolver esse problema:

 
1. Sempre carregue um livro com você
Quando você anda com um livro na bolsa o tempo todo, é muito menos provável que você se sinta tentado a jogar no celular ou mesmo dormir enquanto estiver no transporte público, esperando ser atendido pelo dentista, etc. Essa prática também acaba com as suas desculpas de que está sem tempo para ler.
 

2. Reserve um tempo antes de dormir
Se mesmo carregando um livro com você a todos os lugares você acha que não tem tempo suficiente para a leitura, considere se deitar 10 ou 15 minutos antes do que está acostumado e use esse tempo para adiantar algumas páginas do livro.

3. Durma bem
Embora a dica pareça pertencer a uma notícia de saúde ou ciência, ela cabe perfeitamente no contexto. Se você não está com o seu sono em dia, com certeza vai preferir dormir quando estiver no ônibus ou no metrô. Além disso, algumas leituras têm o poder de deixá-lo com sono, ou seja, se você já não estiver dormindo direito, o livro vai potencializar essa reação.

4. Use algo para guiar a sua leitura
Pode ser uma caneta ou mesmo o marcador de páginas, mas use-o como guia para que você não se perca nas linhas que está acompanhando (SEM GRIFAR OS LIVROS). Quando você faz isso impede que os seus olhos foquem a atenção em pontos mais adiante na leitura ou mesmo aquela coisa chata de ler a mesma linha diversas vezes.

5. Tente as versões digitais
Se você é do tipo que acredita que os livros de papel irão acabar ou mesmo não se sente atraído por eles, tente as versões digitais. Você pode usar o seu tablet, celular, note ou o seu smartphone e baixar neles os livros que pretende ler.

6. Use áudiolivros
Se você realmente não se sente atraído pela leitura, seja ela em versão física ou digital, uma boa saída são os áudio-livros. Baixe-os e grave-os no seu celular ou no seu player de música e vá para o trabalho ouvindo a história ao invés de ouvir uma rádio ou um CD.
 
7. Leia um livro por vez
Se você tem muitos livros na sua lista de espera, pode ser tentador começar dois ou três ao mesmo tempo, mas dificilmente isso vai ajudar você a concluí-los mais rapidamente. Quando você se dedica a terminar um livro por vez você presta mais atenção à história, se cansa menos e, consequentemente, consegue terminá-lo mais rápido.
 
8. Leia no banheiro
Embora pareça muito estranho dar uma dica desse tipo, a verdade é que o tempo que você passa lá não permite que você faça mais nada. Então, por que não aproveitar esse tempinho para adiantar as suas leituras. Cinco minutos que você passe lá podem dar a você muitas páginas de vantagem.

9. Mantenha uma lista de livros a ler
Você se sentirá muito mais incentivado a concluir um livro se tiver uma lista de espera com outros títulos listados. E a coisa acaba se tornando emocionante, especialmente quando você vê a lista crescendo e diminuindo ao passo que você encontra novos livros interessantes e concluir os que estavam no topo dela.
 
10. Mantenha uma lista de livros já lidos
Assim como uma lista de livros que você pretende ler pode ser incentivadora, uma lista com todas as obras que você já leu pode fazer o mesmo efeito. Você se sente orgulhoso de si mesmo ao descobrir quanto já leu em toda a sua vida e consequentemente quer aumentar esse número, incluindo novos títulos na lista do “já li”. 

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Revista VEJA disponibiliza acervo de 40 anos na internet

A revista VEJA disponibilizou gratuitamente todo o acervo de 40 anos na internet. Todas as edições, desde a primeira de 11 de setembro de 1968, poderão ser lidas e consultadas em http://veja.com.br/acervodigital.

O sistema de navegação é muito simples. Após escolher qual edição você quer visualizar, a revista é ampliada e você pode “navegar” por ela, com a ferramenta “Page-Flip“, bastante utilizada em catálogos virtuais e livros digitais, que lhe permite virar as páginas através do mouse.
 
O acervo apresenta as edições em ordem cronológica, além de contar com um sistema de buscas, que permite cruzar informações e realizar filtros por período e editorias.
 
Também é possível acessar um conjunto de pesquisas previamente elaborado pela redação do site da revista, com temas da atualidade e fatos históricos.
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Saiba como ler em tablets e celulares sem prejudicar sua coluna

Tablets e celulares estão mudando a maneira como as pessoas leem, com consequências para o corpo.

O celular é a pior opção, em termos de postura. Especialistas ouvidos pela reportagem recomendam que a leitura na telinha do telefone não ultrapasse 20 minutos.

"Ao ler no celular, projetamos a cabeça excessivamente para frente, o que acaba gerando uma hipolordose cervical, que é a retificação da curvatura do pescoço", explica o quiropraxista Luiz Miyajima, da QuiroVida.

Com o tempo, a hipolordose desgasta o disco intervertebral, amortecedor que fica entre cada vértebra da coluna, o que pode gerar uma hérnia de disco.

Entre livros e tablets há uma ligeira preferência pelos primeiros.

"Livros são mais anatômicos, porque incentivam a leitura com as duas mãos apoiadas nas laterais do volume, diferentemente do tablet, que tende a ser segurado com uma mão só na parte de baixo", explica Victor Liggieri, fisioterapeuta e autor de "De Olho na Postura" (Summus, 128 págs., R$ 39).

Tablets leves e de tela fosca --como o "Kindle" convencional-- são melhores para a postura, porque evitam o cansaço dos braços e da vista.

As grandes vantagens dos leitores digitais em relação aos livros físicos são o peso menor e a possibilidade de escolher o tamanho da letra (não força a visão e evita que o aparelho fique perto demais do rosto).

A postura ideal para uma leitura longa é aquela clássica: a pessoa sentada diante de uma mesa com o livro ou o tablet apoiado em um suporte que deixe o texto na altura dos olhos.

"Eu sei que nem sempre contamos com toda essa infraestrutura e muitos precisam fazer leituras apressadas no ônibus, mas esse é o jeito certo de ler por muito mais tempo e evitar dores", afirma Daniel Jorge, ortopedista e membro da Sociedade Brasileira de Coluna.. 
 
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5º Encontro do Programa Literatura em Foco: Mémorias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis

"Ao primeiro verme que roeu as frias carnes de meu cadáver, dedico estas saudosas memórias póstumas.

Só pela insólita dedicatória, percebemos que este está longe de ser um livro comum. Este fabuloso romance é, sem dúvida, uma das obras-primas da literatura brasileira e coloca Machado de Assis no patamar dos gigantes.


Escrita na primeira pessoa – o suposto autor é o falecido Brás Cubas – esta singular narrativa nada perdeu de sua força e originalidade, mesmo após tanto tempo de sua publicação. Por estar morto, Brás Cubas não está mais atado às convenções e hipocrisias da sociedade e, assim, pode falar sobre si mesmo e sobre os outros com a isenção de quem nada mais tem a perder.


Aqui Machado de Assis está no seu auge, ao aliar a ácida ironia a um humor implacável. O livro é repleto de tiradas inesquecíveis, tais como a famosa:

“Marcela amou-me durante onze meses e quinze contos-de-réis.”
“Não há amor possível sem a oportunidade dos sujeitos”
“Não tive filhos. Não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria.”
“Deus, para a felicidade do homem, criou a religião e o amor. Mas o demônio, invejoso do sucesso de Deus, fez com que o homem confundisse a religião com a igreja e o amor com o casamento"
 
Os capítulos curtos ajudam a tornar a leitura ágil e interessante. Desde que não se tenha que lê-lo com o horrendo objetivo de fazer uma prova ou um concurso, a diversão é garantida!

O site da Universia disponibiliza conteúdos que comentam sobre a obra literária "Memórias Póstumas de Bráss Cubas", de Machado de Assis.


Escrito em 1881 por Machado de Assis, Memórias Póstumas de Brás Cubas tem como tema as experiências de Brás Cubas, um filho abastado da elite brasileira do século XIX, que narra as suas memórias depois de morto.


O enredo da obra começa com o enterro de Brás Cubas, um filho abastado da elite do Rio de Janeiro do século XIX. Seu "fantasma", então, resolve fazer uma retrospectiva dos episódios que marcaram sua vida: o nascimento, a infância, os romances, as desilusões e a morte.


Apesar de seguir ordem cronológica, desde o nascimento até sua morte, Brás inicia seu relato com seus últimos momentos, para só depois contar a sua biografia.

Para saber mais sobre essa obra literária: personagens, síntese, desenvolvimento, problemática, clímax, desfecho, linguagem, espaço/tempo, narrador, foco narrativo, contexto histórico, escola literária e sobre o autor, clique aqui.

O 5º encontro ocorrerá nas seguintes datas:
 - 11 de setembro das 13h30 às 14h30.
- 13 de setembro das 11h às 12h.
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Frases sobre livros


'' "Ah! Bendito os que semeiam livros ... livros a mão cheia ... e faz o povo pensar", em verso cantava Castro Alves e, se bendito são os que semeiam livros, abençoados são os que leem, os que pensam, os que informam, os que se informam, os que transformam, os que se transformam.

"(...) E penso que o meu mundo seria muito pobre se em mim não estivessem os livros que li e amei (...)"
Rubem Alves

"Com liberdade, livros, flores e uma lua, quem não poderia ser feliz? "
Oscar Wilde 
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Empréstimos de livros no início das férias de julho/greve

Prezados usuários!
Informamos que os livros emprestados no início das férias de julho, poderão ser devolvidos no período de 10/09/2012 a 14/09/2012, sem suspensões aos usuários.

"Para efetuar novos empréstimos, os usuários deverão devolver todos os livros que estão em seu poder"


Atenciosamente,
Biblioteca Comunitária "Wolgran Junqueira Ferreira"
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo
Câmpus São João da Boa Vista
(19) 3634-1115
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Concurso de blogs ajuda estudantes a compartilhar leituras

O concurso da OEI, de países íbero-americanos, recebeu entre março e agosto de 2012 a inscrição de mais de 800 jovens de 16 países.


Um dos principais desafios atuais em todos os sistemas educacionais do mundo é encontrar uma maneira de estimular o hábito da leitura entre os jovens. Um projeto da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) e da Fundação SM buscou unir o livro à internet, principal meio de comunicação entre os jovens. E o resultado surpreendeu os organizadores: mais de 800 alunos entre e 12 e 15 anos participaram da iniciativa ¿Qué estás leyendo? (O que estás lendo?), que incentivou os participantes a compartilhar informações sobre livros e outras plataformas de leitura.

Os participantes usaram diferentes ferramentas – imagens, texto e vídeos – para compartilhar dicas de obras que estão lendo ou que recomendam que sejam lidas. O concurso recebeu de março a agosto de 2012 a inscrição de mais de 800 jovens de 16 países – a maioria de língua espanhola. O país com a maior participação foi o Uruguai, com 224 blogs criados. A experiência foi apresentada durante reunião preparatória do Congresso das Línguas na Educação e na Cultura, em Salamanca, na Espanha.

A coordenadora do projeto, Inés Miret, avalia que o saldo foi muito positivo. Segunda ela, essa primeira edição do projeto funcionou como um piloto e na próxima etapa o objetivo é ampliar a participação, incluindo estudantes brasileiros. Até o fim do ano, será escolhido o melhor blog de cada país por um grupo de jurados que está sendo montado. Inés aposta que muitas páginas já têm um formato mais consolidado e deverão continuar funcionando depois do fim do concurso. Houve grande interação entres os blogueiros, que compartilhavam dicas e conteúdos.

Inés destaca que a internet, muitas vezes vista como inimiga pelas escolas, pode ser grande impulsionadora do hábito de leitura. “É interessante ver um recurso desse tipo, que aporta coisas diferentes para que as experiências sejam diferentes. A experiência literária sempre fez parte da educação, mas é interessante ver o que acontece quando transcendemos o âmbito da sala de aula ou da escola e o encontro entre leitores se dá por afinidade e não por proximidade física”, aponta Inés.

Além da experiência dos blogs, outros projetos de estímulo à leitura foram apresentado aos representantes dos países íbero-americanos. Na Costa Rica, o Ministério da Educação produziu uma campanha de televisão em que atletas, cantores, atores e músicos apresentavam seus livros preferidos e convidavam o público a "ler com eles". O ministro da Educação, Leonardo Garnier, sugeriu que outros países façam isso, convocando os ídolos locais.

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Menina de 16 anos escreve desde os 5 e tem dois livros publicados

"Geralmente, eu sei o começo, o final e um pouco do meio". É com essa determinação na cabeça que Laura Elizia Haubert começa a escrever, deixando que novos detalhes surjam para criar personagens e cenas de aventura. A autora, que assina os livros como L. E. Haubert, completou 16 anos no final do mês de julho e escreve contos desde os cinco. 

Laura lançou seu primeiro livro em abril em um shopping na cidade em que mora, Rondonópolis, no Mato Grosso. Segundo a editora Novo Século, dos 1,5 mil exemplares da primeira tiragem, 70% já foram vendidos. Calisto é a primeira parte da Trilogia da Meia Noite e conta a história de três personagens: o herói, Draco; a elfa, Kali; e o cavaleiro de dragões, Lucas. Eles encontram insígnias mágicas que, quando usadas separadamente, já são destruidoras, mas juntas se tornam invencíveis. A busca pelas cinco insígnias, na tentativa de mantê-las, perpassa toda a trilogia.  

O segundo livro da saga chama-se Sohuem e foi lançado na Bienal do Livro de São Paulo, em agosto. "Foi um convite da editora para que eu pudesse me relacionar com os leitores, com os escritores. Foi mágico", conta a menina. A terceira obra já está escrita e passa agora pela revisão. Laura já planeja uma nova série composta por dois livros. Enquanto ela escreve, ninguém pode ler: "É segredo de estado", fala, entre risos. A escritora nascida no final dos anos 90 não gosta de escrever no computador, diz que a ideia flui melhor quando cria à mão. 

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