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As 9 bibliotecas mais legais da ficção

Você é um amante dos livros? Então descubra as bibliotecas que fazem a cabeça dos personagens da ficção

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Bibliotecas são importantes cenários da ficção. Seja em Harry Potter ou Guerra nas Estrelas, elas acumulam conhecimento e são citadas em alguma parte da trama.  Veja na galeria da Super 9 incríveis bibliotecas da ficção.
Biblioteca Harry Potter
Ela é um espaço importante em todos os livros e filmes da série Harry Potter. É na Biblioteca de Hogwarts que Harry, Rony e Hermione passam muitas horas (ou páginas), durante os anos que estudam na Escola de Magia e Bruxaria. E outros alunos também passam frequentemente por lá. Durante o ataque do basilisco, narrado em Harry Potter e a Câmara Secreta, o livro Hogwarts: Uma História teve uma lista de espera de duas semanas.
bela e a fera
O filme A Bela e a Fera foi lançado em 1991. De lá para cá, a animação da Disney já encantou crianças (e adultos) de várias partes do mundo. No filme, a biblioteca do castelo de Fera se torna o lugar favorito de Bela.

Biblioteca Babel
A Biblioteca de Babel, livro do escritor argentino Jorge Luis Borges, é um enorme labirinto de prateleiras com livros. ‘Suspeito que a espécie humana está prestes a ser extinta, mas a Biblioteca perdurará: iluminada, solitária, infinita, perfeitamente imóvel, equipada com volumes preciosos, inútil, incorruptível, secreta’, diz o narrador da história.

Biblioteca jedi
Os Arquivos Jedi aparecem no filme Guerra nas Estrelas – Episódio II: O Ataque dos Clones. Lá está acumulado todo o conhecimento do Universo.

Biblioteca Superman
Uma biblioteca que oferece conteúdo para ninguém menos que o Superman. É a Fortaleza da Solidão, uma espécie de quartel-general do herói. Nos filmes, o lugar fica em algum canto do ártico. Lá fica guardado todo o conhecimento de Krypton, o planeta original do Clark Kent.

A sombra do vento
No livro A Sombra do Vento, lançado em 2001, o escritor Carlos Ruiz Zafón conta a história de Daniel, um garoto de 11 anos que perdeu a mãe. Para consolar o menino, o pai resolve levá-lo a uma biblioteca secreta, o Cemitério dos Livros Esquecidos.

Biblioteca Nome da Rosa
Tanto o livro O Nome da Rosa, do consagrado escritor Umberto Eco, quando o filme, lançado anos depois, são clássicos. E a biblioteca de livros apócrifos, que fica na abadia medieval que serve de cenário para a trama, é importantíssima para ambos. Por quê? Bem, isso já seria spoiler (vai que alguém ainda não sabe). Vale dizer que O Nome da Rosa narra as investigações de uma série de mortes misteriosas que aconteceram no local.

Sonho de Liberdade Livraria
O filme Um Sonho de Liberdade, de 1994, já foi apontado em algumas pesquisas como a obra mais injustiçada da história do Oscar. O filme conta a história de um homem que passa quase duas décadas preso, acusado de matar a esposa e o amante dela. A biblioteca da prisão é importante na trama.

Biblioteca Mumia
No filme A Múmia, de 1999, Evelyn é uma bibliotecária atrapalhada quando conhece o explorador Rick O’Connel. Juntos, eles descobrem antigos segredos egípcios e até mesmo ressuscitam múmias (que deveriam ficar mortas para sempre).


Fonte: Superinteressante.

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Mais uma lei, e pouco avanço na construção de bibliotecas

Existe uma lei, a 12.244/10, que diz que todas as escolas devem ter uma biblioteca até 2020. Esta semana (14/10/2013) um projeto de lei parecido chamou a atenção ao passar pela comissão de educação do Senado. Ele pede a criação de bibliotecas em escolas de ensino básico no prazo de três anos após a publicação da lei. Primordial, e como a primeira, de difícil execução.

Para cumprir a de 2010, pelas últimas contas do Todos Pela Educação, é preciso construir 52 bibliotecas por dia - há um ano, seriam 24/dia. "O prazo está muito curto e não vemos nenhum movimento expressivo no sentido de um plano de ação multilateral. Reduzir o tempo só vai tornar a lei mais inexequível", comenta Christine Fontelles, diretora do Instituto Ecofuturo, uma das entidades que batalham pela causa.

Para ela, é necessário fazer uma avaliação da situação econômica dos municípios, além de fornecer informações sobre como botar a mão na massa - feita por meio da campanha Eu Quero a Minha Biblioteca, que completa este mês seu primeiro aniversário e ajudou a popularizar a luta. Todos os mais de 5 mil prefeitos receberam a cartilha e mais de 300 mil pessoas foram informadas online.

Fonte: Estado de São Paulo.
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Malala inaugura biblioteca na Inglaterra

A jovem paquistanesa Malala Yousafzai, 16, que sobreviveu após ser baleada na cabeça por um militante taleban em outubro de 2012 por defender a educação para meninas, inaugura a Biblioteca de Birmingham, em Birmingham, região central da Inglaterra, nesta terça-feira (3).
 
A adolescente paquistanesa Malala Yousafzai, que foi atacada em seu país por militantes do Taliban por conta de sua luta pelos direitos das mulheres, inaugurou hoje a nova biblioteca de Birmingham, no centro da Inglaterra, em um edifício de US$ 300 milhões que irá abrigar uma coleção de pelo menos um milhão de livros.

A instalação conta com algumas jóias da literatura inglesa, como um First Folio de William Shakespeare (primeira coleção de peças teatrais do dramaturgo) e o livro "As Aves da América", de John James Audubon, este último avaliado em US$ 10 milhões. O prédio de nove andares conta com mais de 200 computadores, teatros, uma galeria de exposições, salas de música e um jardim na cobertura.

O edifício foi aberto oficialmente por Malala, que recebeu tratamento no hospital Rainha Elizabeth II, em Birmingham, e agora vive na cidade inglesa. A adolescente presenteou a biblioteca com um exemplar da obra "O Alquimista", do escritor brasileiro Paulo Coelho, antes de receber uma condecoração da instituição. 

No último dia 12 de julho, Malala fez um discurso histórico na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, quando disse que os esforços para silenciá-la foram em vão. A ativista afirmou que as pessoas que a balearam têm medo de livros, de canetas e das mulheres. "Uma criança, um professor, uma caneta e um livro podem mudar o mundo", declarou na época.
 
Fonte: UOL. 
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10 dicas para organizar a biblioteca

Conheça as orientações de especialistas para deixar a biblioteca bonita e com tudo sempre à mão.

1 Livros podem estar agrupados por gênero (romances policiais, literatura latino-americana), por autor ou por ordem alfabética (de nome ou de título). Mas você precisa descobrir como se sente melhor para procurar e encontrar sem demora os seus livros.

2 Livros de arte, como fotografia, dão volume e são sempre um prazer ao alcance dos olhos. Dê movimento à sua estante escolhendo alguns deles para deixar com a capa à mostra.

3 Livros com a capa danificada pedem encadernação nova - menos que se trate de uma raridade. Há quem encape vários livros com papel de uma mesma cor para dar à estante um aspecto mais organizado. Mas os verdadeiros amantes de livro ficam de cabelo em pé ao ouvir isso. Assumir que os livros têm cores e tamanhos diferentes é mais rico, sincero e benéfico para a sua decoração.
4 Coloque alguns volumes deitados e outros de pé. Essa disposição dá movimento à estante. Evite a monotonia.
5 A profundidade ideal para uma estante de revistas é de 25 cm. Uma medida maior deixaria um espaço vazio bom para acumular pó. Já os livros de arte pedem 35 cm. Deixe 40 cm de altura entre uma prateleira e outra - assim você acomoda desde pilhas de revistas até as edições maiores.
6 Empilhe as revistas por título, em ordem de lançamento - assim, a mais nova sempre estará em cima.
7 Revistas de assinatura mensal não devem formar pilhas de mais de três anos (36 exemplares). A consulta fica muito complicada.
8 As edições mais antigas precisam ceder espaço às mais novas. Faça uma doação. Em escolas e hospitais elas são sempre bem-vindas.
9 Edições avulsas podem ser agrupadas. Se possível faça o agrupamento respeitando o tamanho e o assunto de que elas tratam.
10 Porta-retratos, bolas de vidro e outras peças queridas trazem equilíbrio quando dispostas junto aos livros. Agrupe os itens semelhantes e observe a simetria: se há um nicho com porta-retratos de um lado, faça um nicho de volume parecido do outro - com livros ou uma caixa.

Fonte: Exame.
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Saiba mais sobre a profissão do Bibliotecário


Há um fato inegável na história da humanidade relacionado com os livros em geral: Todas as conquistas históricas – curas, descobertas, buscas, vitórias, prêmios “nóbeis”, invenções, artes, ciências, etc. – passaram necessariamente pela enormidade de livros de qualidade que seus criadores leram, releram e pesquisaram, buscando habilidades e conhecimentos vitais, transmitidos de geração a geração.

Tamanha é a importância que os livros possuem para o progresso da humanidade que não tardou para o aparecimento das bibliotecas e, por consequência, do bibliotecário na história. Sim, afinal, de que adianta uma montanha de livros se o conhecimento que eles carregam não estiver organizado, sistematizado, ou, em última análise, acessível. O fato é que a profissão de bibliotecário é uma das mais antigas do mundo.

Não acredita?!? Para você ter uma idéia: no século 7 antes de Cristo, a biblioteca do rei Assurbanipal, da Babilônia, tinha cerca de 30 mil obras escritas em tabuletas de argila. Com o passar dos séculos, novas bibliotecas foram surgindo, sendo a mais famosa a de Alexandria, no Egito. Na Idade Média, entretanto, muitas delas desapareceram, e as que restaram eram freqüentadas por uns poucos estudiosos. Felizmente, o surgimento da imprensa no século 15 e a valorização maior da cultura permitiram que os livros e as bibliotecas se multiplicassem, atingindo uma parte cada vez maior da população.

"A sala foi encolhendo sem parar, até que a menina que roubava livros pôde tocar nas estantes, a poucos passinhos de distância. Correu o dorso da mão pela primeira prateleira, ouvindo o arrastar de suas unhas deslizar pela espinha dorsal de cada livro. Soava como um instrumento, ou como as notas de pés em correria. Ela usou as duas mãos. Passou-as correndo. Uma estante encostada em outra. E riu. Sua voz se espalhava, aguçada na garganta, e quando ela enfim parou e ficou postada no meio do cômodo, passou vários minutos olhando das estantes para os dedos, e de novo para as prateleiras.
Em quanto livros tinha tocado?
Quantos havia sentido?
Andou até o começo e fez tudo de novo, dessa vez muito mais devagar, com a mão virada para frente, deixando a palma sentir o pequeno obstáculo de cada livro. Parecia magia, parecia beleza, enquanto as linhas vivas de luz brilhavam de um lustre. Em vários momentos, Liesel quase puxou um título do lugar, mas não se atreveu a perturbá-los. Eram perfeitos demais." (A menina que roubava livros - Markus Zusak).




Ao longo dessa história, o bibliotecário tem exercido o papel de guardião do conhecimento humano. Hoje em dia, o bibliotecário é o profissional responsável não só por preservar a informação, como também por fornecê-la. É também sua responsabilidade garantir um acesso rápido e seguro a essas informações. Ele zela não só pelo acervo de livros, como também periódicos e documentos gravados em modernas mídias digitais.


Fonte: Biblioteca Colégio Catarinense.
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Vídeo-cartão em homenagem ao Dia do Bibliotecário


Em homenagem ao Dia do Bibliotecário, clique abaixo para assistir o vídeo-cartão elaborado pelo Conselho Federal de Biblioteconomia juntamente com o Conselho Regional de Biblioteconomia (CRB-10).



Saiba mais sobre a comemoração do Dia do Bibliotecário
O Dia  do Bibliotecário (Decreto nº 84.631, de 12.04.1980) é comemorado em 12 de março em homenagem à data do nascimento do bibliotecário e engenheiro Manuel Bastos Tigre.  

Manuel Bastos Tigre nasceu no dia 12 de março de 1882 em Recife, PE, no ano de 1882. Em 1906, depois de finalizar seu curso de Engenharia, foi fazer um aperfeiçoamento em eletricidade, nos Estados Unidos.  Uma vez lá, conheceu o bibliotecário Melvil Dewey, que instituiu o Sistema de Classificação Decimal. Este encontro foi decisivo na sua vida, porque, em 1915, aos 33 anos de idade, largou a engenharia para trabalhar com biblioteconomia. 
Prestou concurso para bibliotecário do Museu Nacional do Rio de Janeiro e se classificou em primeiro lugar, com o estudo sobre a Classificação Decimal. Transferido, em 1945, para a Biblioteca Nacional, onde ficou até 1947, assumiu depois a direção da Biblioteca Central da Universidade do Brasil.

Exerceu a profissão de bibliotecário por 40 anos, é considerado o primeiro bibliotecário por concurso, no Brasil. 

Manuel Bastos Tigre morreu no Rio de Janeiro, em 2 de agosto de 1957.

Fonte: Amigos do Livro.
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Uma Biblioteca de… Sementes?


Essa é a proposta inovadora da Biblioteca Pública de Basalt, uma pequena cidade nos Estados Unidos. Agora, além de oferecer os tradicionais livros, o local também oferta aos seus sócios pacotes de sementes de variadas plantas. A iniciativa, parceria com o Instituto de Permacultura Central Rocky Mountain, tem uma dinâmica que incentiva o contato com a natureza. O usuário retira as sementes, as germina e, quando as frutas e vegetais crescem, retira as melhores sementes e as devolve para a biblioteca.
Os cartões distribuídos na Biblioteca são preenchidos com novas informações quando o sócio devolve a semente. 
Para mostrar como o público logo se ambientou com a mistura entre natureza e literatura, a Biblioteca dá o exemplo da frequentadora do lugar Gray Syson, de 4 anos de idade. Sua mãe conta que, logo após Gray ler um livro com um coelho como personagem, a menina se deparou com um pacote de sementes de cenoura na prateleira e quis levar para cultivar em casa.
Segundo a diretora do local, em um tempo de internet e livros digitais, as sementes são mais uma maneira de continuar atraindo público para a biblioteca.
Fonte: Biblioteca de São Paulo.
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Acervo Digital da Revista INFO Online

Você que é um leitor assíduo da revista INFO, que se acostumou durante estes anos a acompanhar os assuntos relacionados à informática, internet, TI e tecnologia, poderá agora acessar online as edições desta revista por meio do Acervo Digital da INFO.

Você poderá consultar todas as edições da INFOo desde 2003, além da primeira edição da revista, de 1986, quando ela ainda era conhecida como Exame Informática. Para quem curte tecnologia vale a pena consultar!
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Viúva deixa herança milionária para biblioteca e Central Park, em Nova York

Uma americana que morreu em 2011 aos 88 anos deixou de herança US$ 20 milhões (cerca de R$ 41 milhões) para a Biblioteca Pública de Nova York e para a instituição responsável pela manutenção do Central Park. As informações são do jornal “New York Post“.

Mary McConnell Bailey perdeu o marido na Segunda Guerra Mundial, em 1940, e desde então vivia sozinha. Ela não tinha filhos e morava em um modesto apartamento no East Side, em Nova York, além de trabalhar como voluntária em hospitais e escolas.

A doação milionária entregue recentemente às instituições pegou os amigos da viúva de surpresa.

A biblioteca e o Central Park receberam a herança recentemente. Cada uma das instituições recebeu um cheque de US$ 10 milhões (R$ 20 milhões).

“Você nunca iria imaginar que ela era rica”, afirmou Lizanne Stoll, vizinha e amiga de Mary. “Ela era muito discreta em relação a isso”.

Mary havia pedido aos amigos que não fizessem nenhum funeral na sua morte. “Ela nem considerava isso”, disse Lizanne.

“A encontrei várias vezes e almoçamos juntos duas vezes, mas não consigo me lembrar de sua voz. Ela era muito delicada”, disse o diretor da Biblioteca Central, John Bacon. “Ela era sempre prestativa e cuidadosa, nada vaidosa. Não usava joias, nada. E sempre usando um terno, fosse dia ou noite”, completou ele.

Mary foi criada em Massachusetts e vinha de uma família rica. Ela se mudou para Nova York após a morte do marido, onde trabalhou como professora. Após a morte da mãe, ela recebeu uma herança e parou de trabalhar.

Fonte: UOL.
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Levando trabalho para casa

Depois de organizar o acervo de 100 mil livros do Mosteiro de São Bento, trabalho que durou sete anos, o bibliotecário André de Araújo, de 33, considera qualquer coleção com menos de mil títulos algo pequeno. E ele fala de si mesmo. No seu apartamento, em Santa Cecília, estão guardados cerca de 400 livros, que servem de material para as aulas dadas na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Os mais lidos ficam estrategicamente no centro da estante. “Nós chamamos de biblioteca corrente. É bom reservar duas prateleiras para aqueles que a pessoa consulta sempre.”

Definir como será feita a separação das publicações é o ponto-chave para criar e manter uma biblioteca particular em ordem (veja opções de como organizá-los no box abaixo). O acervo literário de Araújo é separado por temas e, dentro deles, há subgrupos. Mas, seja qual for a classificação escolhida, ele recomenda deixar 25% do espaço na prateleira sem nada, para não ter de mexer sempre que adquirir um novo exemplar.

Para deixar o escritório mais leve – talvez por já ter visto tantas estantes abarrotadas nas bibliotecas onde trabalhou –, Araújo mistura CDs e porta-retratos aos livros nas prateleiras. “O ideal é que sua organização consiga atingir o equilíbrio entre o lógico, o estético e o funcional.”

Assim como em seu apartamento, as estantes devem ficar perpendiculares às janelas para evitar a luminosidade direta. Se precisar aumentar o bloqueio à claridade, use blecautes ou persianas, que são mais fáceis de limpar e acumulam menos pó do que as cortinas, ensina.

Quanto ao tipo de móvel, o bibliotecário tem outro conselho, algo que ele aprendeu por experiência própria: os modelos presos na parede não aguentam tanto peso quanto os que ficam de pé. 

COMO VOCÊ ACHAR MELHOR

Ordem de chegada: Basta seguir a cronologia da compra para colocar na estante; mas tem de lembrar quando cada livro foi comprado para achá-lo
Tamanho: Você pode formar desenhos na prateleira, mas também vai depender da memorização para encontrar os títulos
Tipo de capa: Agrupar por material – como couro, papel ou tecido – ajuda a preservá-los, por evitar o atrito de volumes diferentes
Ordem alfabética: Defina o padrão – se por autor ou por título – para facilitar a entrada e busca dos livros. Um dos problemas é que, ao adquirir um livro que entre nas primeiras letras, o restante será alterado.
Temas: De acordo com o acervo, são definidas as áreas e, se necessário, os subgrupos dentro delas. É funcional, mas também costuma ‘andar’ bastante pelas prateleiras.

* OUTRA DICA: Na hora de pegar um livro na estante, ”em vez de puxá-lo pela parte superior da lombada, o que pode danificá-lo,  empurre os das laterais e puxe o que você quer pelo centro  da lombada”, ensina Araújo.

Fonte: Estadão.
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Biblioteca de Lego

A Biblioteca de Estocolmo, concluída em 1928, foi projetada por Gunnar Asplund e é uma das construções mais amadas da capital sueca. Linus fez uma interpretação desta icônica construção utilizando blocos Lego. Paciência, criatividade e amor ao mundo dos livros não faltam ao moço, sua obra ficou incrível.

Confira abaixo as fotos da Biblioteca de Lego.











Fonte: Biblioteca de São Paulo.
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Pedreiro que não terminou fundamental reuniu 40 mil livros e "dirige" biblioteca no Rio


A vida em função da construção do conhecimento. O pedreiro sergipano Evando dos Santos, 52, dedicou e continua dedicando os dias à manutenção de um sonho, a maior biblioteca comunitária do país, localizada na Vila da Penha, subúrbio do Rio de Janeiro. Os pilares foram fincados na própria casa, onde ele calcula ter reunido mais de 40 mil livros. Atualmente, a biblioteca funciona em um prédio próprio, desenhado pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer, no mesmo bairro.

É na edificação de três andares que funciona a Biblioteca Comunitária Tobias Barreto de Meneses. Criada em 17 d e julho de 1998, recebeu o nome do autor preferido do pedreiro, que é seu conterrâneo.

Nessa biblioteca, as regras para o empréstimo são simples: o leitor preenche um cadastro e pode ficar com o volume pelo tempo que achar necessário. “Se a pessoa não devolve o livro é porque precisa”, diz Evando dos Santos.

Cheio de orgulho, Evando diz que esse era seu sonho: uma biblioteca sem “burrocracia”, funcionando de domingo à domingo. Segundo ele, com livros que não se encontram na Biblioteca Nacional. Exemplo disso é uma gramática da língua bunda que era a falada pelos escravos.

Oscar Niemeyer

Com a casa abarrotada de livros empilhados por todos os cômodos, Evando percebeu que precisava de um espaço definitivo para abrigar os livros. E a ajuda veio de maneira inesperada. Com a ousadia que o caracteriza, Evando ligou para um programa de TV que entrevistava ao vivo o arquiteto Oscar Niemeyer. “A minha ligação entrou no ar e ele prometeu me ajudar. Foi uma pessoa divina. Fui a casa dele que me ouviu por uma hora. Um mês depois ele me entregou o projeto da biblioteca”, lembrou.

Eram idos de 2002. O ministério da Cultura autorizou a captação de recursos e a prefeitura concedeu à biblioteca o título de utilidade pública. Mas Evando amargou mais quatro anos tentando conseguir que o projeto saísse do papel. Finalmente em 2006, o BNDES investiu no projeto e as obras começaram. Em 12 de dezembro de 2008, o novo prédio da biblioteca foi inaugurado.

Fonte: UOL. 
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Brasileiro lê pouco. E você sabe por quê?

Brasileiro lê pouco mesmo e isso não é novidade.

A tradição de ler não está enraizada no nosso país. Embora tenhamos uma lista de grandes escritores isso não está no nosso sangue, mas feliz daquele que trouxe o hábito de ler de casa. Além de ser a melhor maneira de incentivar a leitura você não corre o risco de perder esse hábito na escola, mas isso se vê cada vez menos no Brasil.


Não é com todo mundo que acontece o que diz na bela frase de
Henry Thoreau:


"Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da
 leitura de um único livro"

No Brasil não existe um lugar para se formar leitores. Nem na escola nem na Universidade.

No Brasil isso já é problema que não se conseguiu resolver e pelo jeito se está longe disso. Uma pesquisa realizada anos atrás mostrou que o desinteresse pela leitura está ligado a razões econômicas e culturais. Os membros da classe A reveleram que 50% tinham o hábito de ler, já na B este indice caiu 13% chegando aos 37%. Na classe C e D registrou-se um percentual de 27% e 21% respectivamente.

Tem como melhorar tudo isso em casa, na escola ou nas empresas?
- Nas escolas 


Lá a coisa está cada vez mais difícil. Os próprios professores que tentam incentivar não são leitores. Os que tem autoridade para isso indicam bons livros, principalmente os maravilhosos clássicos, mas esses livros do século 18 que são indicados para jovens de 16 anos não são adequados para aquele momento. Trabalhar com clássicos numa turma de 40 jovens não dá. E sabe o que piora? Vários educadores e especialistas culpam a escola pela repulsa dos jovens aos livros, ou seja, depois de um jovem entrar em contato com vários clássicos, mas que no momento não lhe dizem nada, pode tornar impossível levar um jovem a ler novamente ou fazer com que eles voltem a procurar livros fora de escola.

- Nas empresas 

As empresas podem patrocinar e doar livros e material escolar onde isso falte. Comunicar os funcionários sobre atividades culturais e educacionais, realizar eventos com o objetivo de arrecadar livros para bibliotecas escolares próximas da empresa, oferecer para escolas assinatura de jornais e revistas e reunir os filhos dos funcionários na empresa para atividades variadas com livros e leitura.


- Em casa

Este é o lugar mais fácil, simples e eficaz. Tenha livros, gibis e revistas na sua casa e inclusive, principalmente dentro do banheiro. Você não   gosta de ler, mas quer incentivar seu filho? Leia alguma coisa, mas não fique falando dos benefícios daquilo que você não conhece, pode ser pior e será. Seja exemplo e não venha com aquele papo do "faça o que eu digo, não faça o que eu faço" seu filho vai fazer o que você faz e ponto.
Saiba o que seu filho gosta, hoje até que anda de skate escreve livros. Se você usar meia hora do seu dia para sentar com seu filho para ler já é um grande negócio.

Leia um pouco saia volte e invente uma desculpa para sair de fininho se não conseguir fazer isso.
Existem milhares de receitas, mas saiba que em casa o serviço e melhor e mais bem feito. E você pode ficar a tento ao que seu filho lê.

Sobre ler ao nos comparar com nossos vizinhos sul-americanos adivinhe em que posição estamos?
Pois é somos os últimos.


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Sala de turmas de alfabetização deverão ter minibiblioteca em sala de aula


A partir de 2013, todas as salas de turmas de alfabetização de escolas brasileiras deverão ter uma minibiblioteca com cerca de 25 livros de literatura para estimular o hábito da leitura desde o início da trajetória escolar. Essa estratégia está contida no Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, programa que será lançado pelo Ministério da Educação (MEC), cujo objetivo é garantir que todas as crianças estejam alfabetizadas até os 8 anos ao concluírem o 3.º ano do ensino fundamental. Serão 10 milhões de livros para as 400 mil classes de alfabetização que existem no País.

Os detalhes do programa foram apresentados pelo secretário de Educação Básica do MEC, César Callegari, a representantes de Mnistérios da Educação dos países ibero-americanos, reunidos em Salamanca (Espanha) para o Congresso das Línguas na Educação e na Cultura.

De acordo com o secretário, apesar de o programa ainda não ter sido lançado oficialmente, 5.100 municípios (de um total de 5.564 cidades, segundo dados do IBGE) e todos os Estados já aderiram ao pacto que, além da distribuição de materiais didáticos, prevê a formação de professores alfabetizadores com distribuição de bolsas de estudos e avaliações periódicas para medir o nível de alfabetização dos alunos ao fim do 3.º ano do ensino fundamental.

A primeira edição da prova que irá medir o nível de alfabetização dos estudantes do 3.º ano do ensino fundamental está prevista para ser realizado em novembro de 2014. Será a primeira vez que uma avaliação oficial vai apurar essa informação.

No ano passado, o Movimento Todos pela Educação aplicou um exame amostral para aferir a alfabetização de alunos da mesma faixa etária. Os resultados da Prova ABC apontaram que mais de 40% dos alunos que concluíram os três primeiros anos do ensino fundamental não tinham a capacidade de leitura esperada para essa etapa.

“Não basta ter uma bandeira bonita. É fundamental que os entes federativos possam prestar contas em relação a esse compromisso que assumiram. É uma avaliação muito mais daqueles que se comprometem do que das crianças”, disse Callegari.

O investimento anual total do pacto será R$ 1,3 bilhões. A capacitação dos professores alfabetizadores, que será feita por 36 universidades públicas, está programada para começar em fevereiro de 2013. O custo com a compra e distribuição de materiais didáticos - incluindo os livros de literatura que ficarão nas salas de aula - será R$ 340 milhões.

Os representantes dos Ministérios da Educação presentes ao encontro apontaram que a alfabetização é um gargalo para todos os sistemas de ensino dos países que participam do evento. Com apoio da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), o grupo planeja organizar um novo encontro exclusivamente para debater o tema e a experiência brasileira poderá servir de inspiração.

Fonte: Terra.
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Biblioteca fica ao alcance de um clique


Se você nasceu antes da década de 90, suas pesquisas escolares não devem ter fugido muito desta rotina: o professor anunciava o tema - podia ser mitocôndrias, guerras púnicas ou triângulos equiláteros, não importava muito - e imediatamente tinha início uma corrida à biblioteca da escola. Se você não era o felizardo a chegar primeiro - e você nunca era -, o caminho era buscar as bibliotecas públicas. Era preciso procurar o título nas fichinhas em papel datilografadas, pedir o livro ao bibliotecário, torcer para a obra estar disponível e em bom estado, para só então começar a pesquisar para valer. Aí era encarar a fila para tirar "xerox" da parte que mais importava, ou copiar os trechos à mão.

A internet mudou tudo isso. Hoje, com um clique e sem sair de casa, é possível ter acesso a informações que antes levava dias para obter. A oferta de livros eletrônicos para computadores, tablets e smartphones cresce rapidamente, e na internet não faltam links para arquivos gratuitos de títulos de domínio público, que podem ser copiados ou impressos livremente. O que não mudou é o desejo humano de guardar todo o conhecimento disponível - ou, pelo menos, o que for possível disso - em um único lugar: a biblioteca.

A Unesco, braço de educação e cultura das Nações Unidas, uniu-se à Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos para criar a Biblioteca Digital Mundial. A proposta é criar uma espécie de biblioteca das bibliotecas, juntando os acervos digitais das principais coleções ao redor do mundo.

A iniciativa é apenas uma das muitas em andamento. A Open Library, de origem americana, já tem 20 milhões de itens digitalizados, entre livros, textos etc. Outra fonte conhecida é o Projeto Gutenberg, cujo nome homenageia o criador da imprensa. A iniciativa reúne 40 mil livros em formato eletrônico em diversos idiomas.

No Brasil, a Biblioteca Nacional começou a digitalizar seu acervo em 2001. Hoje estão disponíveis em formato eletrônico 6 milhões de páginas. O projeto mais recente da Biblioteca Nacional é a Hemeroteca Digital, que reúne jornais, revistas e periódicos desde 1808, quando a imprensa foi criada no Brasil, até 2010.

O apelo crescente do texto digital, que pode ser visto em qualquer tela, coloca em dúvida qual será o papel da biblioteca tradicional no futuro. O receio é que elas sejam abandonadas em troca da conveniência das versões digitais.

Há, no entanto, visões mais otimistas desse fenômeno, pelas quais as coleções digitais são consideradas uma extensão e não um substituto dos acervos físicos. "A biblioteca tradicional ganha visibilidade com a digitalização", diz Angela Bittencourt, coordenadora da Biblioteca Nacional Digital. "Uma pessoa que mora longe pode acessar o acervo a qualquer momento."

Há um antagonismo característico no conceito de biblioteca, que tem de cumprir a função de preservar uma obra e, ao mesmo tempo, colocá-la nas mãos dos leitores. O dilema é que quanto mais a obra é manuseada, mais difícil fica conservá-la, diz Angela. A digitalização ajuda a resolver esse problema ao manter a integridade da obra física - em especial livros raros - sem restringir o acesso do público.

Como toda técnica, no entanto, a digitalização também tem limites. Os direitos autorais são um dos principais fatores que restringem o processo. As bibliotecas podem até digitalizar seus acervos integralmente, mas só podem dar acesso eletrônico aos livros de domínio público ou obras das quais tenham obtido permissão prévia dos autores.

A questão dos direitos autorais levantou uma onda de críticas ao Google, anos atrás, quando a empresa iniciou uma campanha maciça para obter a aprovação de autores ao redor do mundo para digitalizar seus livros. O receio era que a companhia passasse a exercer uma importância exagerada no universo literário.

Uma alternativa para evitar esse tipo de problema, usada atualmente pelo Google Books Library Project, é dar acesso parcial a obras protegidas por direitos autorais.

A digitalização ajudou a reavivar até a Biblioteca de Alexandria, a mais célebre coleção de livros da história. Não se tem certeza de quando a biblioteca foi destruída, mas uma das teses é que navios incendiados da frota de Júlio Cesar atingiram o prédio acidentalmente. A onrainha Cleópatra, que teria chorado ao ver a coleção em chamas, provavelmente aprovaria a nova versão digital, menos vulnerável a incêndios.
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Biblioteca na Padaria Pote de Mel

Vale a pena conferir o vídeo! Por iniciativa de um jornalista - Alessandro Martins - uma padaria de grande circulação de Curitiba passou a oferecer um pequeno acervo (de propriedade do próprio Alessandro) de livros para seus clientes. 

A Panificadora Pote de Mel abriga – sobre e dentro de duas geladeiras desativadas – livros que podem ser tomados emprestados por qualquer um, a qualquer momento.

Para o autor da ideia, não é importante que as pessoas tenham um prazo de devolução ou que haja controles, mas sim que os livros circulem. 

Ele formula duas regras para quem quer montar uma biblioteca como a da panificadora Pote de Mel: 
             (i) ao instalar o acervo em um local de grande circulação, você passa a colocar o livro na presença das pessoas, mesmo que inconscientemente elas não peguem nada para ler, gradualmente elas vão se habituando à presença deles;
             (ii) deixar que as pessoas peguem e levem os livros sem necessidade de qualquer tipo de permissão - o objetivo não é o acervo, mas a circulação dos livros.

Panificadora próxima ao Hospital de Clínicas criou pequeno espaço para a leitura. Não há regras, a não ser deixar que os livros encontrem um leitor. O lema da Pote é: “Um livro fechado está adormecido. Se um livro acorda, uma pessoa acorda.”

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Reutilização de espaços para criação de bibliotecas

A reciclagem já chegou ao universo bibliotecário, pois já nasceram algumas bibliotecas a partir de estruturas que já não eram utilizadas e que se encontravam assim abandonadas.

Segue abaixo alguns exemplos:

BiebBus, uma biblioteca holandesa para as crianças, em que se aproveitou um contêiner.

Biblioteca Pública McAllen (Texas) construída num terreno abandonado.

Biblioteca Pública Jackson ( New Hampshire) convertida a partir de um celeiro.
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As novas bibliotecas: Biblioteca de São Paulo e Biblioteca Pública do Acre

Feitas para acolher os leitores de hoje, elas agora agregam outras mídias e reúnem todos os tipos de atividade cultural.
Fachada da Biblioteca de São Paulo
Fachada da Biblioteca Pública do Acre 

Existe um lugar agradável e acolhedor, em geral um prédio, onde não há nada à venda e mesmo assim é possível passar o tempo. Para quem gosta de andar pela cidade ou às vezes tem intervalos entre um compromisso e outro, as bibliotecas são um convite à pausa, mesmo que pequena, na correria dos dias. Atualmente, elas estão entre as poucas construções urbanas abertas ao público em que não se paga para entrar nem se vai atrás de algum produto para consumir - e vêm se transformando em centros onde as letras, os livros e a leitura dividem espaço com todo tipo de atividades culturais.

Em O Amor às Bibliotecas (Ed. Unesp), o francês Jean Marie Goulemot faz um elogio a esses espaços únicos nas cidades. Começa se queixando dos significados que dicionários e enciclopédias dão à palavra, tratada principalmente como uma coleção de livros. "Eu me pergunto por que os dicionários - será um sinal dos tempos? - nunca empregam a palavra `leitura¿ em sua definição da biblioteca. Para mim, uma biblioteca é primeiro um lugar onde se lê." Em seguida, toca um ponto que aparece sempre associado aos livros e aos espaços que os guardam: "A ideia de silêncio não pertence mais à nossa cultura: nossos contemporâneos gostam do barulho, embora se queixem dele. O walkman, ouvir música em volume muito alto, o uso de veículos de escapamento barulhento ilustram essa necessidade do barulho como para se dar a ilusão de que não se está sozinho, frente a frente consigo mesmo".

Um ponto de vista diferente do de Goulemot, mas também amoroso com as bibliotecas, pode ser encontrado em uma visita a elas. Não espere templos de silêncio absoluto, dedicados a sábios cuja concentração não pode ser perturbada. Além de espaços pensados para estimular a leitura, elas são ponto de encontro para conversas e trabalhos e agregam atividades como pequenos shows e projeções de filmes. Um local feito para acolher o que vem da rua, os leitores e os hábitos dos tempos de hoje. O livro e a leitura são os pontos para onde tudo converge, mas não mais os únicos atrativos. Existe espaço para o silêncio, mas também para conversar e fazer atividades em grupo. A biblioteca se mostra preparada para abrigar a diversidade das intenções.

DUAS BIBLIOTECAS, UMA PROPOSTA
Duas bibliotecas, pontos extremos de um mesmo perfil, ilustram como esses espaços podem se integrar à vida da comunidade e, se mais valorizadas, passar a fazer parte das nossas vidas. Uma fica em São Paulo, a 1500 metros da movimentada Marginal Tietê. Outra ocupa uma esquina da praça da Revolução, em Rio Branco, no Acre.

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.

“Silenciosas ou não, as bibliotecas de hoje estimulam (não só) o gosto pelos livros, e merecem ser visitadas“
Confira abaixo algumas fotos das Bibliotecas. 

 Biblioteca de São Paulo 

Biblioteca de São Paulo
Biblioteca de São Paulo
Biblioteca Pública do Acre
Biblioteca Pública do Acre
Biblioteca Pública do Acre
Fonte: Biblioteca de São Paulo.
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