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"O Pequeno Príncipe" faz 70 anos

Livro de 1943 já vendeu 143 milhões de cópia em todo o mundo. Exposição em Paris celebra aniversário da obra de Saint-Exupéry.
"O Pequeno Príncipe", o livro mais vendido e traduzido no mundo atrás apenas da Bíblia, completa 70 anos e a editora que administra o legado de seu autor, Antoine de Saint-Exupéry, se prepara para comemorar em grande estilo ao longo de 2013 e 2014. 

" Pequeno Príncipe" foi publicado em abril de 1943, quase simultaneamente, em inglês e francês, em Nova York, onde Saint Exupéry se radicou em 1941, junto com sua esposa, a salvadorenha Consuelo Suncín. 

A história deste livro, cujo misterioso e cativante protagonista de cachos loiros tornou-se um ícone mundial, é o resultado de uma aventura improvável, indicou Olivier d'Agay, diretor da Sucessão Antoine de Saint-Exupéry, que reúne os herdeiros da família do escritor. 

Saint-Exupéry partiu para os Estados Unidos não para escrever, mas para ajudar a convencer esse país a se juntar à luta contra a barbárie, ressaltou em uma coletiva de imprensa D'Agay, neto de uma irmã do autor. 

O escritor e piloto Saint-Exupery, que foi um dos franceses mais conhecidos nos Estados Unidos, se mudou para Nova York com a missão pessoal de convencer os americanos a entrar na guerra contra o nazismo, explicou. 

Foi então que a sua editora americana o convenceu a escrever uma história de Natal, um conto infantil. 

Saint-Exupéry estava sempre desenhando em todos as partes a figura de um menino loiro, inspirado em sua infância feliz, e que se tornou o personagem dessa história. O resultado dessa aventura, nascida em um contexto de exílio e de um mundo em guerra, foi este conto mágico e filosófico de uma centena de páginas, que se tornou um fenômeno editorial, algo que Saint-Exupéry nunca poderia ter imaginado', segundo D'Agay. 

Em seus 70 anos de existência, desde que foi publicado, "O Pequeno Príncipe" vendeu 143 milhões de cópias em todo o mundo. 

O manuscrito original do conto, que foi traduzido para mais de 230 línguas e dialetos, é preservado na Pierpont Morgan Library, em Nova York, que será um dos palcos principais das celebrações comemorativas do 70º aniversário de 'O Pequeno Príncipe'. 

O Museu de Cartas e Manuscritos de Paris, editoras em dezenas de países, teatros, como o Teatro Nacional Manuel Bonilla de Honduras, que é apoiado pela Fundação Saint-Exupéry para a juventude, e organizações não governamentais vão festejar este aniversário. 

Na França, a programação de 2013 incluiu a publicação de uma nova edição do livro e do desenho animado, bem como um e-book e um novo episódio da série de animação "O Pequeno Príncipe", que foi vendido para uma centena de países.Também está sendo preparada uma nova biografia do autor. 

Em Nova York, as comemorações vão se concentrar em 2014, com a exposição na Morgan Library, além da realização de um simpósio internacional sobre a história e um concerto de Michael Levinas, que prepara a ópera "O Pequeno Príncipe', a ser lançada em Lausanne, na Suíça, no final do próximo ano. 

Haverá também uma exposição em homenagem ao Pequeno Príncipe em Bryant Park, o parque adjacente à Biblioteca de Nova York, no centro de Manhattan. 

A Fundação Antoine de Saint-Exupéry para os jovens, que incentiva ações de solidariedade para crianças carentes em vinte países no mundo, publicará neste aniversário uma edição do livro para cegos, para 'compartilhar a magia e o sonho dessa história' em desenhos tridimensionais. 

E uma exposição, que será realizada na sede da UNESCO em Paris, a partir de 27 de abril, durante a Universidade da Terra, enfatizará os valores do "Pequeno Príncipe", um personagem protetor do planeta, da paz, da infância'. 

Tudo isso, a espera de mais um grande evento, que também será comemorado em todo o mundo: em janeiro de 2015, as obras de Saint-Exupéry vão passar a ser de domínio público - exceto na França e nos Estados Unidos -, o que levará a centenas de novas edições do livro que conquistou os corações de milhões de pessoas no planeta.

Fonte: G1.
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Campanha de doação de livros em restaurantes, bares e lanchonetes

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Confira lista dos estabelecimentos em que será oferecido 10% na conta

Vinte restaurantes, bares e lanchonetes da capital paulista oferecem 10% de desconto para quem doar um ou mais livros. Batizada de Restaurante Book, a ação vai até o dia 31 de janeiro.

Não são aceitos livros didáticos e para mesas com até quatro pessoas é necessário ao menos um exemplar para que o desconto seja válido.

O Restaurante Book faz parte da campanha #doeumlivro, criada no Twitter em 2010, que já arrecadou mais de 750 mil exemplares para escolas públicas e bibliotecas. Entre os estabelecimentos que participam da campanha estão Bar Brahma, na região central, Hamburgueria Capital, na zona oeste, e Forneria do Santa, situado na zona sul.

Antes de se dirigir ao estabelecimento, é importante conferir se o desconto é válido para todos os dias e horários de funcionamento da casa ou se há critérios específicos para a promoção. Mais informações e nomes dos estabelecimentos participantes estão disponíveis no site da campanha.

Fonte: Catraca Livre e Biblioteca de São Paulo. 
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8 dicas para encorajar o incentivo à leitura


A leitura é uma das bases do aprendizado. A compreensão de um texto, na verdade, é importante para a vida em geral. Alguns estudantes gostam de ler naturalmente, porém, outros não vêem o hábito como prazeroso. É importante que o professor seja capaz de incentivar a leitura, tanto como passatempo como entretenimento, para que os seus alunos tenham mais facilidade para compreender conteúdos em geral.

Confira abaixo 8 dicas para encorajar o incentivo à leitura:

1. Crie um lugar confortável para que eles possam ler;
2. Converse com os estudantes sobre o livro durante e após a leitura;
3. Se o aluno tiver um autor favorito, encoraje-o a conhecer a sua obra completa; 
4. Leve os estudantes para a biblioteca da escola e incentive o aluguel de livros semanalmente;
5. Utilize livros ilustrados, como gibis e quadrinhos;
6. Use a tecnologia a seu favor por meio de e-books e livros em PDF; 
7. Invente pequenos prêmios para os estudantes que cumprirem as metas de leitura;
8. Procure livros que foram transformados em filme e promova atividades que comparem as duas formas de contar a história.
Fonte: Universia
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Top 10: os melhores livros lançados em 2013

Seleção inclui os novos livros de J. K. Rowling, Dan Brown e André Vianco


O ano de 2013 está acabando e uma coisa que você não pode deixar de fazer é ler os livros listados abaixo. Embora seja difícil – aliás, impossível – acompanhar todos os lançamentos que ocorrem ao longo do ano, sempre tem alguma obra que, por algum motivo, acaba se destacando das demais. Pensando nisso, e de olho no mercado editorial, o iBahia preparou um Top 10 com alguns dos maiores lançamentos do ano e que não podem deixar de ser lidos antes do dia 1º de janeiro de 2014.
1º A Elite, Kiera Cass
Continuação de ‘A Seleção’, trata-se de um romance juvenil que narra uma espécie de competição na qual várias garotas disputam o coração de um príncipe, mas o universo em si pouco se assemelha aos contos de fadas. A leitura é fácil e envolvente, e o ritmo ágil dos acontecimentos é um dos pontos mais relevantes do texto.
2º A Outra Face do Desejo, Luis Eduardo Matta
O novo suspense desse prolífico autor brasileiro conta a história da publicitária Fernanda Soares de Lima, cujo marido morre em circunstâncias misteriosas. Misturando drama, amor e suspense, o livro conduz o leitor pelos labirintos da crise existencial e afetiva comum ao seres humanos.
3º Filhos do Éden: Anjos da Morte, Eduardo Spohr
Continuação da série ‘Filhos do Éden’, ‘Anjos da Morte’, do carioca Eduardo Spohr mostra as agruras que Denyel, um anjo renegado, enfrenta para executar sua missão na Terra: estudar o comportamento humano e os avanços da civilização. Misturando história, geografia e filosofia com boas doses de magia, o terceiro livro de Spohr, além de divertir e encantar, oferece uma ótima oportunidade de aprender um pouco mais sobre eventos marcantes na história humana, a exemplo da Segunda Guerra Mundial.
4º Entre a Cruz e o Arco-Íris, Marília de Camargo César
Livro-reportagem da jornalista Marília de Camargo César, o livro traça um interessante painel da relação dos cristão com a homoafetividade. A autora, que é evangélica, gastou dois anos em entrevistas e leituras acerca do assunto para construir o texto, que aborda, desde a homossexualidade no contexto da Antiguidade, até o embate que atualmente se trava entre lideranças religiosas e o ativismo LGBT. Livro importantíssimo, pois ensina que gays e cristãos podem conviver harmoniosamente, independentemente de ideologias e crenças.
5º O Chamado do Cuco, Robert Galbraith (J. K. Rowling)
Novo livro de J. K. Rowling, autora da série Harry Potter, trata-se de um romance policial, originalmente escrito sob o pseudônimo de Robert Galbraith. A verdadeira autoria da obra foi revelada pelo jornal britânico ‘The Sunday Times’, alavancando as vendas do livro, publicado sem estardalhaço no início do ano. É interessante observar na obra a capacidade que a autora tem de se renovar a cada trabalho, mostrando versatilidade ao transitar por diferentes gêneros temáticos.
6º Inferno, Dan Brown
A nova aventura do professor Robert Langdon é tão surpreendentemente forte quanto os já clássicos ‘Anjos e Demônios’ e ‘O Código da Vinci’, e compensa, em certa medida, a decepção causada pelo seu antecessor, ‘O Símbolo Perdido’. Baseado em ‘A Divina Comédia’, de Dante, o romance traz o protagonista lutando contra um adversário assustador e enfrentando um enigma engenhoso que o arrasta para uma clássica paisagem de arte, passagens secretas e ciência futurística.
7º 1889, Laurentino Gomes
O jornalista Laurentino Gomes fecha, com este livro, a trilogia iniciada com ’1808′, até hoje um dos livros mais vendidos do Brasil. Em ritmo ágil e com linguagem acessível, o autor narra os acontecimentos que levaram à Proclamação da República, em 15 de novembro de 1889.
8º Féerica, Carolina Munhóz
Em seu terceiro livro, Carolina Munhóz nos apresenta a fada Violet Lashian, que deseja ser famosa em seu mundo, mas é desprezada pelas fadas em uma sociedade marcada pela padronização. Certamente o romance mais maduro da autora, ‘Feérica’ apresenta ao leitor os bastidores dos reality shows e do mundo da fama, com todo o seu glamour e desencanto misturados. É um livro que já renova o que Carolina vem fazendo desde o seu livro de estreia, "A Fada", que é reiventar o universo das fadas, acrescentando-lhe riqueza, beleza e dimensão.
9º A Noite Maldita – Crônicas do Fim do Mundo, André Vianco
Definido pelo próprio autor como o melhor livro de sua carreira, ‘Noite Maldita’ narra uma história alucinante. Quando metade dos seres humanos adormece e desperta em seguida com uma sede incontrolável de sangue, dando início a uma guerra épica entre humanos e vampiros. Ambientado em diversas cidades do Brasil, é um livro assustador, sem deixar de ser profundamente humano e emocionante.
10º Destrua Este Diário, Keri Smith
Com o intuito de questionar convenções e a forma como lidamos com objetos a ilustradora canadense Keri Smith nos convida a rasgar páginas, rabiscar, pintar fora das linhas, manchar e até mesmo levar o livro para o banho. Sem dúvida alguma, trata-se de um trabalho interessante e inovador, e que nos leva à reflexão em um mundo onde até o pensamento está se tornando algo mecanizado.
Fonte: Blog Livros só mudam pessoas.
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Compare os adjetivos, advérbios e frases mais comuns em Harry Potter, Jogos Vorazes e Crepúsculo

A revista online americana Slate fez uma análise textual da trilogia Jogos Vorazes, de Suzanne Collins, comparando-a com os sete livros da série Harry Potter, de J. K. Rowling, e a tetralogia Crepúsculo, de Stephenie Mayer. Ao ver quais são os adjetivos, advérbios e frases mais comuns nessas três séries de livros, nós conseguimos ter uma boa ideia das características mais marcantes de cada uma e entender um pouco melhor o estilo de escrever de suas autoras.  
Adjetivos mais comuns
Suzanne Collins
Série Jogos Vorazes
Stephenie Meyer
Série Crepúsculo
J.K. Rowling
Harry Potter
Bêbado
Bonachão
Funcional
Preliminar
Inicial
Derradeiro
Desprezível
Diagonal
Letal
Rico
Indisposto
Inescrutável
Instintivo
Impaciente
Hesitante
Irresistível
Compatível
Despreocupado
Expectante
Grisalho
Nojento
Considerável
Apavorado
Incandescente
Boquiaberto
Radiante
Mágico
Macio
Espiralado
Famoso
 Advérbios terminados em “mente” mais comuns
Suzanne Collins
Série Jogos Vorazes
Stephenie Meyer
Série Crepúsculo
J.K. Rowling
Harry Potter
Repetidamente
Genuinamente
Geneticamente
Intensamente
Basicamente
Atualmente
Severamente
Exclusivamente
Obedientemente
Voluntariamente
Incrivelmente
Intensamente
Deliberadamente
Tortamente
Ansiosamente
Fisicamente
Furiosamente
Estranhamente
Loucamente
Lentamente
Fracamente
Imediatamente
Forçosamente
Emburradamente
Gentilmente
Friamente
Miseravelmente
Sonhadoramente
Resolutamente
Apreensivamente
Jogos Vorazes é uma distopia que fala de um mundo pós-apocalíptico. Sua autora, Suzanne Collins, passa muito tempo descrevendo ação, e vem daí a prevalência de palavras como “letal” e “intensamente”. Já a série Crepúsculo lida muito mais com a vida interior dos personagens, daí a frequência de palavras como “ansiosamente”, “loucamente” e “inescrutável” – sendo que a última em geral é usada para falar da expressão de um personagem. Já Harry Potter explora um mundo que pode tanto ser maravilhoso quanto aterrador, daí as palavras “sonhadoramente”, “boquiaberto” e, claro, “mágico”.    
Padrões e contrastes interessantes também podem ser encontrados quando são analisadas as frases mais comuns de cada série. A tabela abaixo mostra as dez frases completas mais usadas por cada autora.
 Frases mais usadas por cada autora
Suzanne Collins
Série Jogos Vorazes
Stephenie Meyer
Série Crepúsculo
J.K. Rowling
Harry Potter
Meu nome é Katniss Everdeen.
Eu não sei.
Eu balanço a cabeça.
Eu tenho dezessete anos.
Eu moro no Distrito 12.
Agora, me arrependi.
Engoli em seco.
Ele hesita.
Eu não fico muito surpresa.
Algo está errado.
Eu suspirei.
Ele suspirou.
Eu dei de ombros.
Eu franzi o cenho.
Ele deu uma risadinha.
Eu ri.
Ele deu de ombros.
Eu estremeci.
Eu respirei fundo.
Ele não respondeu.
Nada aconteceu.
Harry olhou em torno.
Harry arregalou os olhos.
Ele esperou.
Harry não disse nada.
Eles se olharam.
Harry piscou os olhos.
Ele olhou em torno.
Algo que ele não tinha da última vez.
Ele ficou de pé.
Essas frases também indicam quais são as características do estilo de cada autora. As de Rowling mostram o quanto seus livros sobre Harry Potter se baseiam em suspense e estão sempre seguindo os passos de seu protagonista. As frases de Meyer – “Eu suspirei”, “Ele suspirou” – mostram um texto focado nas emoções de seus personagens. Já as frases de Collins passam bem o clima de tensão prevalente em todos os livros da série Jogos Vorazes e sua tendência de não elaborar demais suas descrições.
A análise da Slate também mostrou que, entre as três autoras, Stephenie Meyer é a que mais se repete. Após fazer uma lista dos cinquenta grupos de três palavras que cada autora mais usava para iniciar frases em sua obra, o autor do artigo calculou que percentagem de todas as frases continha um desses grupos de três palavras. O resultado foi: J.K. Rowling: 2,35%; Suzanne Collins: 2,69%; Stephenie Meyer: 4,42%.
É claro que, se fôssemos analisar os livros em suas traduções para o português, o resultado ficaria um pouco diferente. É provável que as palavras usadas pelas autoras nos originais não tenham sido sempre traduzidas da mesma maneira, o que diminuiria um pouco sua prevalência. Além disso, os tradutores têm a tendência de abusar um pouco menos dos advérbios acabados em “mente” do que os autores de língua inglesa abusam de seus equivalentes acabados em “ly”. A própria J.K. Rowling já foi acusada por Stephen King de “jamais ter conhecido um advérbio do qual não gostou”, e a leitura de seus livros em inglês comprova isso. É uma boa reflexão acerca da maneira como uma tradução pode mexer com o estilo de um autor – para o bem ou para o mal.
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4 lições de vida que você pode aprender com "O caçador de pipas"

O caçador de pipas é um livro sobre amor, amizade e redenção. Veja quais são as 4 lições de vida que você pode aprender com a obra

O caçador de pipas, romance escrito por Khaled Hosseini, é um livro que conta a história de Amir e tem como pano de fundo a  ueda da monarquia do Afeganistão. A obra está repleta de lições sobre o amor, a amizade e, acima de tudo isso, a redenção. 

Confira 4 lições de vida que você pode aprender com O caçador de pipas:
 
1. Existem formas de ser bom de novo

O maior arrependimento de Amir é ter traído o seu criado e melhor amigo, Hassan. Essa culpa o persegue durante toda a sua vida, mesmo depois de ter se mudado para os Estados Unidos e deixado o Afeganistão para trás. Anos depois, Amir recebe a chance de ser bom novamente ao resgatar o filho de Hassan. Assim como ele, você também tem chances de se redimir de tudo o que tiver feito de errado. Não seja muito duro com você mesmo.

 2. Dê valor aos seus amigos
Hassan sempre dizia que faria qualquer coisa por Amir. Em troca, o personagem principal gostava de zombar dele e até mesmo humilhá-lo de certa forma. Todas essas atitudes fazem com que Amir se sinta culpado por tudo o que já vez para Hassan. Dê valor aos seus amigos, afinal, eles serão aqueles que fariam tudo por você mil vezes.

 3. Roubar é o pior pecado que existe

O pai de Amir dizia que roubar é o pior pecado que existe. Para ele, roubar não era apenas tomar posse de algum objeto que não é seu, mas também mentir (roubar o direito da verdade) e trair (roubar o direito da lealdade). Seja sempre fiel aos seus valores e nunca faça nada que você considere imoral.

 4. É melhor se machucar com a verdade que se confortar com a mentira

Esse é outro ensinamento do pai de Amir. A verdade é sempre melhor do que a mentira, por mais que possa machucar você mesmo ou outra pessoa. Seja sempre honesto em relação a tudo na sua vida.

Fonte: Universia.
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Alguns dos melhores começos de livros da literatura universal

A Revista Bula pediu aos seus leitores, colaboradores, seguidores do Twitter e Facebook que apontassem quais eram os melhores começos de livros da literatura universal. 
 
Confira abaixo alguns começos:
Grande Sertão: Veredas
(Guimarães Rosa)

Nonada. Tiros que o senhor ouviu foram de briga de ho­mem não, Deus esteja. Alvejei mira em árvores no quintal, no baixo do cór­rego. Por meu acerto. Todo dia isso faço, gosto; desde mal em minha mo­cidade. Daí, vieram me chamar. Causa dum bezerro: um bezerro branco, er­roso, os olhos de nem ser — se viu —; e com máscara de cachorro. Me disseram; eu não quis avistar. Mesmo que, por defeito como nasceu, arrebi­tado de beiços, esse figurava rindo feito pessoa. Cara de gente, cara de cão: deter­mi­naram — era o demo.
O Apanhador no Campo de Centeio
(J.D. Salinger)

Se querem mesmo ouvir o que aconteceu, a primeira coisa que vão querer saber é onde nasci, como passei a porcaria da minha infância, o que os meus pais faziam antes que eu nascesse, e toda essa lenga-lenga tipo David Copperfield, mas, para dizer a verdade, não estou com vontade de falar sobre isso. Em primeiro lugar, esse negócio me chateia e, além disso, meus pais teriam um troço se contasse qualquer coisa íntima sobre eles. São um bocado sensíveis a esse tipo de coisa, principalmente meu pai. Não é que eles sejam ruins — não é isso que estou dizendo — mas são sensíveis pra burro.
A Metamorfose
(Franz Kafka)

Quando certa manhã Gregor Samsa acordou de sonhos intran­quilos, em sua cama meta­morfo­seado num inseto monstruoso. Estava dei­tado sobre suas costas duras como couraça e, ao levantar um pouco a cabeça, viu seu ventre abaulado, mar­rom, dividido por nervuras arqueadas, no topo de qual a coberta, prestes a deslizar de vez, ainda mal se sustinha. Suas numerosas pernas, lastimavel­mente finas em comparação com o volume do resto do corpo, tremu­lavam desamparadas diante dos seus olhos.
Dom Quixote
(Miguel de Cervantes)

Desocupado leitor: sem juramento meu embora, poderás acreditar que eu gostaria que este livro, como filho da razão, fosse o mais formoso, o mais primoroso e o mais judicioso e agudo que se pudesse imaginar. Mas não pude eu contravir a ordem da natureza, que nela cada coisa engendra seu semelhante. E, assim, o que poderá engendrar o estéril e mal cultivado engenho meu, senão a história de um filho seco, murcho, antojadiço e cheio de pensamentos díspares e nunca imaginados por ninguém mais, exatamente como quem foi engendrado num cárcere, onde toda a incomodidade tem assento e onde todo o triste barulho faz sua habitação?

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Seis minutos de leitura por dia


COMO DEDICAR SEIS MINUTOS POR DIA AOS LIVROS

1) Acorde seis minutos mais cedo e, em vez de pegar o celular, pegue um livro. Ou pegue o celular e leia um livro nele. A tela é desconfortável e a luz pode te incomodar. Mas, quando isso acontecer, os seis minutos já terão passado.

2) Tome o café da manhã com um livro. Mesmo se você for um daqueles que acordam atrasados e começa o dia engolindo a primeira refeição, não é possível que tudo dure menos de seis minutos.

3) Se você vai ao trabalho de ônibus, leve um livro. Os benefícios de ler sentado são conhecidos por todos. Ler em pé, espremido pelos outros passageiros, pode ser um belo teste de equilíbrio. Tente resistir por pelo menos seis minutos. Se é para cair no chão, caia como um leitor.

4) Se você vai para o trabalho de carro, experimente um audiolivro. A moda não pegou no Brasil e o acervo em língua portuguesa é minúsculo, mas pode durar por um bom tempo se você só ouvir seis minutos por dia. O caos urbano o impedirá de chegar ao trabalho em menos tempo do que isso.

5) Chegou mais cedo ao trabalho? A tentação de aproveitar esse tempo navegando sem rumo a internet é grande. Resista. Comece o expediente lendo um livro por seis minutos. Pode ser cansativo para quem não está acostumado, mas é melhor do que trabalhar.

6) Cansou de trabalhar e quer uma pausa durante o expediente? Leia um livro. Ao menos você parecerá mais sério do que seus colegas que perdem tempo no Facebook ou no YouTube. Se o livro for minimamente relacionado à sua profissão, você pode até ganhar elogios do chefe. Os seis minutos a menos de trabalho, convenhamos, não afetarão seus resultados.

7) Leve um livro para almoçar. Mesmo a mais medíocre das obras literárias é mais interessante do que ouvir de novo as mesmas fofocas sobre os mesmos colegas de escritório. A técnica é mais comum em refeições solitárias, mas funciona também em almoços em grupo. Em vez de distrair-se com o celular e ignorar os outros à mesa, ponha um livro na frente do seu rosto. Talvez ninguém repare – afinal, são só seis minutos. É menos tempo do que os seus colegas levariam para passar de fase no Candy Crush.

8) Vá ao banheiro com um livro. É mais chique do que levar um celular, e menos arriscado: muitos celulares encontram seu fim no vaso sanitário, mas raríssimos são os livros que têm esse triste destino. Talvez porque pouquíssimas pessoas levam livros para o banheiro, mas isso é o de menos. Tente manter seu livro a salvo por seis minutos.

9) Voltou para casa? Antes de ligar a televisão, abra um livro. Você provavelmente estará cansado, sem concentração e o aproveitamento da leitura será péssimo. Mas quem se importa? Só é preciso resistir por seis minutos.

10) Se preferir, siga no jantar a sugestão dada no almoço. A vantagem é que não haverá colegas de trabalho para te importunar. A desvantagem é que, se você tiver uma família ou um cônjuge, eles detestarão ser trocados por um livro. Mas o amor incondicional serve para superar esses obstáculos e, afinal, são só seis minutos.

11) Se você passou o dia inteiro sem ler, a cama é sua chance de redenção. Em algum lugar há alguma pesquisa que diz que aparelhos eletrônicos atrapalham o sono. Confie na ciência. Troque o celular, tablet ou computador por um livro. E resista ao cansaço. Você só precisa manter os olhos abertos por seis minutos. Depois disso, poderá dormir o sono dos leitores.


Fonte: Época.
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O mundo cabe em 196 livros

A escritora britânica Ann Morgan decidiu que durante um ano leria uma obra de cada país do globo. Criou um site, escreveu sobre a experiência e prepara-se para publicar o resultado em livro. Diz que falta traduzir mais literatura lusófona.

Cada um viaja como quer e, no lugar de andar por aí nas aventuras do mundo, esta escritora britânica decidiu chamar a si as histórias dos 195 países reconhecidos pelas Nações Unidas, e ainda de Taiwan. “Descobri que os meus hábitos de leitura eram muito anglocêntricos. A maioria dos livros que lia eram de escritores britânicos e americanos, nunca lia traduções”, conta a autora por email. “Decidi passar um ano a ler um livro de cada país do mundo.” 
 
A tarefa, pode imaginar-se, não foi fácil. Aos naturais constrangimentos de tempo – era preciso ler cada livro em menos de dois dias para atingir o objectivo de cumprir tudo num ano – houve também dificuldade em conseguir encontrar títulos de vários países. As ajudas chegaram através das redes sociais e do site criado pela autora (ayearofreadingtheworld.com), com vários escritores, tradutores e leitores a facilitarem o processo.
 
[...]
Portugal clássico

Quando chegou a hora de ler um livro português, Ann Morgan esteve tentada a escolher um dos romances do único Nobel da Literatura das nossas letras, José Saramago, mas, mais uma vez, os conselhos dos leitores e amigos que foram acompanhando o seu projeto conduziram-na a outras paragens e a uma das obras mais curiosas de Eça de Queiroz: “O Mandarim”. “Este livro foi-me emprestado por uma mulher portuguesa que trabalhava no Guardian, onde eu também estava nessa altura. Ela soube do que eu estava a fazer e deu-me o livro. Foi um dos primeiros livros que alguém me deu para este projecto e fiquei muito sensibilizada com esse gesto de alguém que não conhecia. Foi por isso que decidi lê-lo.”

Ao conhecer as desventuras da personagem Teodoro, que viaja até à China, Morgan deu de caras com um autor do século XIX que, no entanto, “tem uma frescura na linguagem que a faz parecer muito mais recente”.

A obra lida pela escritora britânica foi na verdade “The Mandarin and Other Stories”, com outros contos de Eça a juntarem-se ao texto principal. “O Eça é divertido e experimental, e delicia ao meter-se com os leitores em certas ocasiões, desafiando-os do mesmo modo que desafia as suas personagens”, continua Ann Morgan, que espera pegar noutra obra do autor de “Os Maias”. “Provavelmente em 2020, quando der conta do acumular de todas as outras coisas maravilhosas em que fui tropeçando durante esta tentativa de ler o mundo”, brinca.

Dos outros países lusófonos, o projeto Reading the World levou a autora britânica a títulos como “A Casa dos Budas Ditosos”, do brasileiro João Ubaldo Ribeiro; “O Testamento do Sr. Napumoceno da Silva Araújo”, do cabo-verdiano Germano Almeida; “Unidade e Luta”, do guineense Amílcar Cabra; “O Assobiador”, do angolano Ondjaki; e “Crónica de uma travessia – A época do ai-dik-funam”, do timorense Luís Cardoso. 
 
[...]
 
Ann Morgan não consegue eleger um livro ou um autor entre os muitos que leu, da América Latina ao Sudeste Asiático, nem mesmo entre os títulos portugueses que selecionou: “É impossível responder a isso. Direi apenas que há histórias extraordinárias e excepcionais, que mudaram a minha forma de pensar em muitos aspectos”.

Depois de um ano em que o mais importante foram a disciplina e a capacidade de dormir poucas horas para continuar a ler, a autora está agora a trabalhar no livro que reunirá todos os textos que escreveu sobre esta experiência e que será publicado em 2015. “Será uma obra sobre a minha busca e sobre explorar a ideia de leitura e de cultura mundial, e no que isso pode ensinar-nos sobre a vida e as pessoas que nos rodeiam.”

Fonte: Ponto Final.

 
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Cursos e palestras na UNIVESP online


A Univesp TV é o canal de comunicação da Universidade Virtual do Estado de São Paulo 

A Univesp TV, televisão online da TV Cultura, disponibiliza gratuitamente cursos e palestras  de diversas áreas do conhecimento, como história, matemática, ciências sociais e música.

Veja alguns dos cursos ministrados na USP, na Unesp e na Unicamp:
         
Confira a lista completa de cursos disponibilizados pelas universidades: http://univesptv.cmais.com.br/cursos/universidades

Além dos cursos das universidades o site possui vídeos de cursos e palestras nas áreas de Humanidades e Ciência.
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Qual o impacto do uso de livros para pesquisas científicas?

 - Você sabe qual é o impacto do uso de livros para pesquisas científicas? 
- Que conteúdo trazem os livros e como se diferenciam das revistas?
- Como os livros se encaixam no P&D (pesquisa e desenvolvimento) acadêmico e no currículo educacional?
- Por que livros são importantes para pesquisadores?

Para saber as respostas acima, leia o artigo intitulado "Qual é o impacto do uso de livros para pesquisas científicas" publicado na Revista Elsevier News, v. 19 de abril de 2013.
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